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Triste e belo mundo: romance em meio à guerra no Líbano

Premiado pelo público em Veneza, Um triste e belo mundo mostra amor de Beirute em meio à guerra, em cartaz nos cinemas

PREDESTINADOS - Nino e Yasmina: o amor que resiste em tempos de guerra (Pandora Filmes/.)
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  • O filme Um triste e belo mundo, dirigido por Cyril Aris, acompanha o romance de Nino (Hasan Akil) e Yasmina (Mounia Akl) em Beirute durante a guerra civil entre 1975 e 1990.
  • Os momentos felizes do casal ocorrem simultaneamente às tragédias locais ao longo de trinta anos.
  • Foi premiado pelo público do Festival de Veneza.
  • O filme impressiona pela química entre os atores e denuncia que, em meio à guerra, o amor é um privilégio.
  • O longa já está em cartaz nos cinemas.

Um triste e belo mundo retrata um romance em meio à guerra civil no Líbano, que durou de 1975 a 1990. Dirigido por Cyril Aris, o filme acompanha o encontro de Nino, vivido por Hasan Akil, e Yasmina, interpretada por Mounia Akl, que nasceram no mesmo dia e no mesmo hospital em Beirute, durante o conflito. A narrativa mostra que, mesmo diante das tragédias externas, o afeto surge e se constrói ao longo de três décadas.

Ao longo do filme, o casal enfrenta encontros e desencontros que refletem o caos vivido pela população. A produção enfatiza a bilogia entre momentos de felicidade e episódios violentos, destacando como o ambiente de guerra molda escolhas, relações e oportunidades.

A obra recebeu o prêmio do público no Festival de Veneza, destacando a aceitação e a comoção geradas pela química entre os protagonistas. A recepção ressalta a sensibilidade com que a história aborda o privilégio do amor em tempos de conflito.

Premiação e lançamento

O longa já está disponível nos cinemas, permitindo ao público acompanhar a trajetória de Nino e Yasmina em tela grande. A estreia é marcada pela fusão de romance e contexto histórico, com foco em relatos pessoais durante o período conflituoso.

A abordagem do filme busca oferecer uma leitura humana sobre o impacto da guerra na esfera emocional. A produção é elogiada pela direção, pela atuação e pela potência de transmitir emoções sem recorrer a simplificações.

O projeto enfatiza a importância de narrativas que dialoguem com a memória coletiva do Líbano. A trama convida o espectador a refletir sobre como o amor persiste, mesmo quando o cenário externo é de devastação.

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