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Marcos Veras comenta machismo, patriarcado, humor e relação com o filho

Marcos Veras aborda machismo, patriarcado e humor, explica escolhas de elenco e a relação com o filho no programa da coluna GENTE

Marcos Veras é o convidado do programa semanal da coluna GENTE (VEJA/Reprodução)
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  • Marcos Veras, 46, é o convidado da coluna GENTE e aborda machismo, patriarcado, humor e a relação com o filho.
  • Ele diz que hoje consegue dizer não a alguns trabalhos, avaliando história, elenco, direção e o tempo que a produção toma para não afastar o filho.
  • O filho dele, de cinco anos, o acompanha no set de filmagem e no teatro, observando o processo e já rindo com o pai.
  • O musical Espelho Mágico, homenagem à TV Globo, é protagonizado por Veras ao lado de Eliane Giardini.
  • O ator comenta política e humor, defendendo o humor sem ofender grupos, reconhece traços de machismo em si e reflete sobre a nova masculinidade e responsabilidade na luta contra o feminicídio.

Marcos Veras, 46, falou sobre machismo, patriarcado, humor e a relação com o filho em entrevista para a coluna GENTE. O ator participa do programa semanal da coluna, disponível no VEJA+ e em plataformas de streaming, com foco em carreira e temas pessoais.

O artista revisitou escolhas profissionais, destacando que hoje consegue recusar trabalhos por diferentes motivos, como a história, o elenco, a direção e o tempo que a produção exige, para manter equilíbrio com a convivência com o filho.

Veras comentou a participação do filho Davi, de cinco anos, em sets de filmagem e peças, ressaltando que a presença do garoto não é cansativa e que ele observa o funcionamento das gravações. O pai descreveu o aprendizado do próprio filho ao ver o pai trabalhar.

O que ele diz sobre humor, política e ética

O ator afirmou que a política é fonte de humor, desde que haja responsabilidade com o que é tratado no palco e na tela. Ele ressaltou a necessidade de evitar piadas que desrespeitem grupos, mantendo o humor como ferramenta de reflexão sem brechas para discriminação.

Nova masculinidade e responsabilidade

Veras reconheceu ter traços de patriarcado e enfatizou a importância do autoconhecimento para combater comportamentos inadequados. Ele afirmou que homens devem considerar seu papel na luta contra a violência de gênero e, mesmo diante de resistência, buscar atitudes mais respeitosas no dia a dia.

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