- Alexandre Borges dá vida a Ulisses Brandão, vilão construído a partir da fragilidade, e não da maldade.
- A atuação é descrita como madura e com nuances, apresentando um vilão trágico.
- O desempenho é comparado a grandes momentos da carreira do ator, destacando sua versatilidade.
- Ulisses Brandão abre novos caminhos narrativos na novela das nove da Globo.
- A análise é publicada pelo Observatório da TV em 2 de julho de 2026, às 19h59.
Alexandre Borges intensifica a atuação de Ulisses Brandão na novela das nove da Globo, transformando o personagem em um vilão moldado pela fragilidade, e não pela maldade declarada. A construção dramática dele amplia as nuances do elenco e eleva a tensão narrativa.
O texto dramático traz uma leitura madura, com nuances que destacam a fragilidade do antagonista. Borges evita o maniqueísmo, explorando camadas que mantêm o público em dúvida sobre as escolhas do personagem.
Ulisses Brandão, sob a direção de estrar, ganha contorno trágico: conflitos internos, fraquezas reveladas e decisões impactantes para o enredo. A condução do ator registra um amadurecimento perceptível na construção do antagonista.
Desenvolvimento do personagem
A atuação de Borges é marcada por timing preciso, que alterna momentos de vulnerabilidade e de reprovação. O público acompanha a evolução de Ulisses com leitura ambiciosa da dramaturgia.
A produção permanece centrada na narrativa de conflitos familiares e políticas do enredo, onde o vilão é sustentado pela fragilidade emocional. A abordagem busca evitar símbolos simples de maldade.
Repercussão na trama
A abordagem de Ulisses Brandão redefine relações com outros personagens, alterando o curso dos acontecimentos. A narrativa passa a depender de escolhas que expõem dilemas morais do antagonista.
Observatório da TV destaca que a performance de Alexandre Borges gera expectativa para os próximos capítulos, mantendo o ritmo da novela em pauta de discussões. Fonte: Observatório da TV.
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