- Jodie Foster criticou o uso excessivo de tecnologias em Hollywood, citando F1: O filme como exemplo de produção potencialmente criada por IA.
- As declarações foram feitas no Aspen Festival of Ideas, em painel com Michael Lynton, ex‑CEO da Sony Pictures, e acompanhadas pela Variety.
- Ela afirmou que, na leitura dela, F1 parece ter sido feito por Inteligência Artificial, com falas que soariam como escritas por computador.
- O filme faturou US$ 634 milhões mundialmente, recebeu quatro indicações ao Oscar e venceu na categoria de Melhor Som.
- A trama acompanha Sonny Hayes, ex-piloto de Fórmula 1, que é contatado pelo ex-colega Ruben Cervantes para resgatar uma equipe em dificuldade.
Jodie Foster, 63, discutiu o uso de tecnologias em Hollywood durante o quadro Who Owns the Future of Hollywood, no Aspen Festival of Ideas. A atriz citou o filme F1, com Brad Pitt, para ilustrar o que vê como excesso de robôs em produções atuais.
Foster comentou que, segundo sua percepção, F1 parece ter sido feito por Inteligência Artificial, destacando que a estrutura do filme lembra processos de escrita algorítmica. A fala ocorreu durante o painel onde o ex-CEO da Sony Pictures, Michael Lynton, mediou a conversa com a atriz, segundo a Variety.
O filme F1 arrecadou cerca de US$ 634 milhões mundialmente e recebeu quatro indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, vencendo na categoria de Melhor Som. Na narrativa, Sonny Hayes, interpretado por Brad Pitt, é um ex-piloto que se envolve com uma equipe em dificuldade.
No restante do debate, Foster apontou que CGI e computação gráfica já transformaram a indústria, reduzindo custos com cenas de multidão. Ela avaliou que sindicatos podem estabelecer regras sobre remuneração de atores quando o uso de IA substitui trabalhos tradicionais.
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