- Paola Antonini estreia como protagonista no longa Deixa Acontecer, uma comédia romântica do Globoplay, atuando como Marina.
- A personagem é uma jovem determinada que usa prótese; a deficiência aparece como detalhe da identidade, não como foco da história.
- A atriz valoriza a representatividade de pessoas com deficiência ocupando papéis diversos na ficção, para inspirar crianças e meninas.
- A preparação para o papel envolveu aulas de atuação, estudos e ensaios, fortalecendo a paixão pela carreira artística.
- Paola pretende seguir na atuação, incluindo teatro, e continuar dedicando-se ao instituto que criou para apoiar pessoas com deficiência.
Paola Antonini vive um marco em sua carreira: estreia como protagonista no longa Deixa Acontecer, produção do Globoplay. A atriz utiliza uma prótese, e o filme aborda amor, autonomia e recomeços com foco na representatividade de pessoas com deficiência (PCD).
A decisão de atuar em uma comédia romântica foi acompanhada de preparação intensa, com aulas de atuação, estudos e ensaios. Paola ressalta que a experiência revelou a beleza de viver outras vidas e ampliar espaços na ficção.
A protagonista Marina é uma jovem de 23 anos que busca independência. Paola destaca que a história não foca na deficiência, mas na construção de uma trajetória comum e ambiciosa, com a deficiência como detalhe que não define a personagem.
Representatividade na prática
A entrevista com Glamour reforça a importância de ver PCDs em papéis variados. Paola lembra que a visibilidade incentiva crianças e jovens a sonhar, cobrindo profissões e estilos de vida diversos, sem estereótipos.
A atriz explica a motivação pessoal por trás da escolha: desde a perda da perna aos 20 anos, ela criou um instituto e percebeu o impacto da representação na mídia para autoconfiança de meninas com deficiência.
Desempenho e impacto da personagem
Marina é retratada como destemida, empoderada e sonhadora. A história mostra que a deficiência é apenas uma característica da personagem, sem centramento em trauma, o que Paola vê como evolução da representação.
A psicologia da personagem e a relação com os pais aparecem em cenas marcantes. Paola afirma que a narrativa aborda autonomia, escolha de vida e convivência com limitações sem sofrimento dominante.
Debate sobre protagonismo e futuro
A estreia como protagonista é encarada como grande responsabilidade, ao lado da representatividade de diversas mulheres PCD. Paola reforça o desejo de que a história inspire crianças a sonhar e agir.
Questionada sobre continuidade da carreira, Paola afirma interesse em manter a atuação, já pensando em teatro e, quem sabe, em uma novela. A atriz ressalta a importância de desafios constantes.
Próximos passos e missão
Após Deixa Acontecer, Paola pretende seguir estudando atuação e manter o trabalho como influenciadora. O instituto que administra continua como foco central, orientando crianças a acreditar e sonhar acima de tudo.
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