- Estreia de “A Herança de Narcisa” em 9 de julho nos cinemas, com Paolla Oliveira interpretando dois papéis.
- A trama acompanha Ana, que retorna à casa de infância no Rio de Janeiro após a morte da mãe Narcisa, e encara traumas familiares.
- O elenco ainda tem Pedro Henrique Müller, como Diego, irmão de Ana; o roteiro e a direção são de Clarissa Appelt e Daniel Dias, com produção de Eduardo Albergaria.
- A diretora afirma que o filme mescla suspense e drama, explorando o subconsciente e questões psíquicas em vez de sustos fáceis.
- O projeto é apresentado como “terror terapia” com final catártico, buscando gerar impacto emocional no público.
Paolla Oliveira estrela novo terror psicológico brasileiro que chega aos cinemas na próxima semana. A atriz assina a protagonista Ana, papel que exige a ela interpretar dois personagens na mesma história. O filme, intitulado A Herança de Narcisa, estreia no dia 9 de julho.
A trama acompanha o retorno de Ana à casa de infância no Rio de Janeiro após a morte da mãe, Narcisa. Em meio a cômodos carregados de poeira, ela e o irmão Diego, vivido por Pedro Henrique Müller, revisitam o passado e confrontam traumas escondidos. O desafio é lidar com uma relação tóxica herdada pela família.
A escolha de Paolla para o projeto nasceu de uma visão comum entre Clarissa Appelt, Daniel Dias e o produtor Eduardo Albergaria, da Urca Filmes. A ideia foi explorar a possibilidade de a atriz viver dois papéis, criando um fio entre a vida pública e a privada da personagem.
Terror com foco emocional
Para a diretora Clarissa Appelt, o filme equilibra suspense e drama, evitando o terror apenas como susto. A produção busca explorar o subconsciente do público ao tratar questões psíquicas familiares, com Paolla atuando de forma contida e introspectiva como Ana.
A equipe afirma que o roteiro oferece à atriz camadas dramáticas pouco vistas em sua carreira, combinando psicanálise familiar e uma dinâmica mãe e filha. A conexão de Paolla com o material foi apontada como decisiva para a construção dos dois núcleos da história.
Segundo Appelt, o longa integra elementos de terror clássicos com uma abordagem terapêutica, propondo um desfecho catártico. A ideia é provocar impacto emocional duradouro, mantendo o equilíbrio entre cenas de susto e um drama significativo.
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