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Inovação busca transformar a interação com o mundo digital de forma completa

Subsense capta US$ 17 milhões para avançar em interfaces cérebro-computador e iniciar testes em camundongos visando tratamentos para Parkinson e Alzheimer.

Foto: Reprodução/Longevity.Technology
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A Subsense, uma startup que desenvolve interfaces cérebro-computador não cirúrgicas, anunciou que recebeu um financiamento de 17 milhões de dólares. A empresa usa nanopartículas para interagir com o cérebro e pretende tratar doenças como Parkinson e Alzheimer. As primeiras experiências em camundongos devem começar até 2026. A tecnologia da Subsense permite ler e estimular o cérebro sem cirurgias, com a CEO Tetiana Aleksandrova afirmando que o objetivo é criar um dispositivo tão preciso quanto os implantes cirúrgicos, mas sem invasão. As nanopartículas podem ser administradas pelo nariz ou pelo sangue, sendo a via nasal a mais promissora. A startup está trabalhando com universidades para desenvolver novas estruturas nanométricas e usa inteligência artificial em seus projetos. O foco inicial é em doenças neurodegenerativas, mas a visão a longo prazo é integrar humanos e inteligência artificial, eliminando a necessidade de dispositivos físicos. A Subsense está na linha de frente da união entre neurotecnologia, biotecnologia e inteligência artificial.

Subsense, uma startup inovadora, anunciou uma rodada de financiamento de US$ 17 milhões para desenvolver interfaces cérebro-computador não cirúrgicas. A empresa utiliza tecnologia de nanopartículas para interagir com o cérebro, visando tratar condições neurológicas como Parkinson e Alzheimer. As demonstrações pré-clínicas em camundongos estão previstas para começar até 2026.

A tecnologia da Subsense combina nanopartículas plasmonicas e magnetoelétricas, permitindo a leitura e a estimulação neural sem a necessidade de cirurgias invasivas. A CEO e cofundadora Tetiana Aleksandrova destacou que o objetivo é criar um dispositivo que funcione com a mesma precisão dos implantes cirúrgicos, mas de forma não invasiva. As nanopartículas serão administradas através do nariz ou do sangue, com a via nasal sendo a mais promissora, pois permite a passagem pela barreira hematoencefálica.

A startup está colaborando com instituições acadêmicas para desenvolver estruturas nanométricas avançadas, utilizando inteligência artificial. O foco inicial é tratar sintomas de doenças neurodegenerativas, mas a visão de longo prazo é facilitar a integração entre humanos e inteligência artificial. Aleksandrova enfatizou que a meta é transformar a interação humana com o conhecimento, eliminando a necessidade de dispositivos físicos como celulares e computadores.

A Subsense se posiciona na vanguarda da convergência entre neurotecnologia, biotecnologia e inteligência artificial, prometendo um futuro onde a tecnologia e a biologia se entrelaçam de maneira inovadora.

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