A inteligência artificial (IA) está mudando a forma como as empresas operam, com eventos como o IA Fórum Brasil 2025 destacando sua importância. Especialistas afirmam que 85% das empresas brasileiras devem adotar IA até o final do ano. Durante o fórum, Marcelo Braga, da IBM Brasil, mencionou que a IA não é mais apenas uma ferramenta técnica, mas um motor de inovação e produtividade. Ele destacou que, apesar de muitos dados ainda não estarem prontos para serem usados por IA, o potencial é enorme. Quatro tendências foram apontadas: especialização dos modelos de IA, democratização da criação de agentes com pouco código, estratégias abertas para segurança e inovação, e governança para gerenciar múltiplos agentes. No entanto, muitos trabalhadores ainda não estão preparados para usar IA, e a capacitação é essencial. Exemplos de sucesso foram apresentados, como o Sicredi, onde 40% dos colaboradores usam agentes de IA, aumentando a produtividade. O lançamento do WatsonX Orchestrate, uma plataforma da IBM, facilita a criação de agentes de IA. A IA também está sendo usada na educação, com ferramentas que ajudam no aprendizado. Jensen Huang, da Nvidia, defende que todos deveriam ter um tutor de IA. Apesar dos benefícios, há preocupações sobre o impacto da IA no emprego, com estudos indicando que muitos empregos podem ser automatizados. A adaptação profissional é crucial, e o domínio da IA pode ser uma vantagem competitiva. A EXAME e a Saint Paul oferecem um treinamento em IA para ajudar profissionais a se prepararem para esse novo cenário.
A inteligência artificial (IA) está se consolidando como um elemento essencial nas empresas brasileiras, com 85% das organizações planejando adotar essa tecnologia até o final de 2025. O tema foi amplamente discutido no IA Fórum Brasil 2025, realizado em 5 de junho. O evento, promovido pela IBM em parceria com a EXAME, reuniu especialistas e líderes do setor para debater as transformações que a IA está trazendo para o ambiente corporativo.
Marcelo Braga, presidente da IBM Brasil, destacou que a IA não é mais uma ferramenta exclusiva da tecnologia, mas sim um motor de inovação e produtividade. Ele apontou que 99% dos dados das empresas ainda não estão prontos para serem utilizados pela IA, mas o potencial é enorme. Quatro tendências foram identificadas: especialização dos modelos de IA, democratização da criação de agentes com pouco ou nenhum código, adoção de estratégias abertas e híbridas, e a necessidade de governança para gerenciar múltiplos agentes.
Dante Freitas, professor da Singularity University Brasil, alertou que quase metade dos trabalhadores ainda não está preparada para utilizar a IA no trabalho. Ele enfatizou a importância da capacitação e do incentivo à curiosidade profissional. O painel mediado por Thiago Viola, diretor de IA e dados da IBM Brasil, também abordou os desafios que as empresas enfrentam, como gestão de modelos e controle de custos.
Entre as inovações apresentadas, o WatsonX Orchestrate se destacou. Essa plataforma da IBM permite a criação e governança de agentes de IA de forma simples, utilizando ferramentas no-code. Braga afirmou que todas as empresas devem ser capazes de criar seus próprios agentes com apenas um clique.
Casos práticos foram apresentados, como o do Sicredi, onde mais de 40% dos colaboradores utilizam agentes de IA, resultando em um aumento de 15% na produtividade da equipe de TI. No Banco Inter, o assistente virtual “Babi” evoluiu para atender clientes via WhatsApp, melhorando a experiência do usuário. O evento deixou claro que a IA é uma realidade que está transformando negócios e profissões, e o desafio agora é preparar as pessoas e organizações para aproveitar esse potencial de forma responsável e inovadora.
Entre na conversa da comunidade