No dia 13 de abril, vai acontecer a Lua Rosa, que é a primeira lua cheia da primavera no hemisfério norte. O nome vem de uma planta chamada flox musgoso, que floresce nessa época e simboliza o renascimento após o inverno. Apesar do nome, a lua não fica rosa. Esse termo se popularizou na década de 1930, quando um almanaque começou a usar nomes tradicionais para as luas.
Além disso, entre os dias 17 e 26 de abril, teremos a chuva de meteoros Lírideas, que é visível a olho nu. O pico desse fenômeno será nas noites de 21 e 22 de abril. Os meteoros vêm do cometa C/1861 G1 Thatcher, descoberto em 1861, e a chuva de meteoros é um evento que já foi registrado desde 687 a.C. na China. Durante o pico, espera-se ver cerca de dezoito meteoros por hora. Embora seja mais fácil de ver no hemisfério norte, a chuva pode ser observada em várias partes do mundo. O radiante, ou ponto de origem dos meteoros, está perto da constelação de Lyra. A combinação da Lua Rosa e da chuva de meteoros promete ser um espetáculo interessante para quem gosta de astronomia.
O fenômeno conhecido como Lua Rosa ocorrerá no dia 13 de abril, marcando a primeira lua cheia da primavera no hemisfério norte. O nome é uma referência à cor do flox musgoso (Phlox subulata), uma planta típica da estação, simbolizando o renascimento após o inverno. Embora a lua não adquira uma coloração rosa, o termo se popularizou a partir da década de 1930, quando o The Maine Farmers’ Almanac começou a documentar nomes tradicionais para as luas.
Além da Lua Rosa, o mês de abril também trará a chuva de meteoros Lírideas, que ocorrerá entre os dias 17 e 26, com pico de atividade na noite de 21 e 22. Este fenômeno, visível a olho nu, é originado do cometa C/1861 G1 Thatcher, que foi descoberto em 1861. A chuva de meteoros é um evento histórico, com registros que datam de 687 a.C. na China.
A American Meteor Society, uma organização científica dos Estados Unidos, estima que a chuva de meteoros Lírideas apresentará uma média de dezoito meteoros por hora durante seu pico. Os meteoros são fragmentos do cometa que, ao entrar na atmosfera terrestre, se desintegram e produzem brilhos visíveis no céu.
Embora o fenômeno seja mais notável no hemisfério norte, a chuva de meteoros pode ser observada em várias partes do mundo. O radiante da chuva está localizado próximo à constelação de Lyra, que também dá nome ao evento. A combinação da Lua Rosa e da chuva de meteoros promete um espetáculo astronômico interessante para os amantes da astronomia.
Entre na conversa da comunidade