O autor recorda sua primeira visita à Universidade Columbia, aos quinze anos, nos anos 1990, e destaca a importância da instituição em sua trajetória acadêmica e profissional. Em abril de 2005, ele foi aceito no mestrado em relações internacionais da School of International and Public Affairs (Sipa), uma decisão que moldou sua carreira. O campus, localizado em Morningside Heights, é descrito como um dos mais imponentes dos Estados Unidos, com a famosa escadaria da Low Library e a estátua da Alma Mater.
Após concluir seu mestrado, o autor participou de diversas atividades na universidade, levando seus filhos para conhecer o local. No entanto, recentemente, ele enfrentou novas restrições para acessar o campus, que agora exige autorização prévia para visitantes. Essa mudança contrasta com suas experiências anteriores, quando o campus era acessível a todos. O autor expressa sua frustração com essa nova realidade, que considera um afastamento do espírito aberto da Columbia que ele conheceu.
Ele também menciona que, até o ano passado, recomendava a visita ao campus a amigos brasileiros, destacando sua beleza e grandiosidade. Apesar das dificuldades atuais, ele sugere que tours organizados pela universidade ainda são uma opção viável para quem deseja conhecer o local. O autor espera que a Columbia retorne a ser um símbolo de excelência acadêmica e acessibilidade.
A narrativa reflete uma transição significativa na experiência universitária, evidenciando como as mudanças nas políticas de acesso podem impactar a percepção de uma instituição. A Universidade Columbia, que sempre foi um marco para o autor, agora enfrenta desafios que alteram sua imagem e acessibilidade, gerando uma sensação de nostalgia por tempos mais abertos e acolhedores.
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