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Rio de Janeiro enfrenta desafios na replantação urbana; moradores se mobilizam por árvores

Moradores de Olaria superam resistência e iniciam replantio de árvores, firmando parceria com a prefeitura para revitalizar a área.

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Um grupo de moradores de Olaria, no Rio de Janeiro, começou um projeto para plantar árvores na região, que sofre com a falta de áreas verdes. A iniciativa começou em 2019, após uma tempestade que derrubou mais de cem árvores, levando os residentes a agir, já que o poder público não tomava providências. O advogado Daniel Gustavo de Almeida Gomes, um dos fundadores do projeto Olaria Verde, explica que eles identificam locais vazios e áreas cobertas de asfalto para plantar. O projeto é financiado por doações, venda de camisetas e campanhas de crowdfunding, e já foram plantadas mais de quinhentas árvores. A aceitação do projeto entre os vizinhos tem aumentado, mas ainda há resistência devido a preocupações com segurança e manutenção. Anualmente, mil pessoas pedem o plantio de árvores, enquanto cinco mil solicitam a remoção, citando sujeira, raízes que danificam calçadas e medo de que árvores escuras aumentem a criminalidade. A presença de fiação elétrica exposta também complica a situação. Coletivos de reforestação, como o de Maria Luiza Cunha, tentam educar a população sobre os benefícios das árvores e a escolha de espécies adequadas. A colaboração com a prefeitura tem crescido, com doações de mudas e apoio em plantios, mesmo com a falta de recursos públicos. Os voluntários continuam a plantar, enfrentando a ausência de um plano efetivo de arborização urbana na cidade.

Um grupo de moradores de Olaria, no Rio de Janeiro, lançou um projeto de replantio de árvores em resposta à falta de áreas verdes na região. Desde 2019, após uma tempestade que derrubou mais de cem árvores, os residentes decidiram agir, superando a inércia do poder público. O advogado Daniel Gustavo de Almeida Gomes, um dos fundadores do projeto Olaria Verde, afirma que a iniciativa começou com a identificação de alcorques vazios e áreas cobertas de asfalto.

Os moradores financiam o projeto por meio de doações, venda de camisetas e campanhas de crowdfunding. Com essa mobilização, já foram plantados mais de quinhentos árvores, e a aceitação do projeto entre os vizinhos tem crescido. No entanto, a relação com a presença de árvores é ambivalente. Enquanto muitos desejam sombra, há resistência devido a preocupações com segurança e manutenção.

Anualmente, cerca de mil pessoas solicitam ao município o plantio de árvores, mas cinco mil pedem a remoção. As queixas incluem sujeira, raízes que danificam calçadas e medo de que árvores escuras aumentem a criminalidade. A situação é complicada pela presença de fiação elétrica exposta, que frequentemente é danificada por quedas de árvores durante tempestades.

Coletivos de reforestação, como o de Maria Luiza Cunha, buscam conscientizar a população sobre os benefícios das árvores e a escolha de espécies adequadas. A colaboração com a prefeitura tem aumentado, com doações de mudas e apoio em plantios. Apesar da precariedade dos recursos públicos, os voluntários continuam a plantar, desafiando a falta de um plano efetivo de arborização urbana no município.

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