Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Professora universitária é presa por agredir cachorro em Campo Grande, Rio de Janeiro

Professora é presa por agredir cadela em Campo Grande; animal resgatado aguarda novo lar enquanto mulher responde por crime inafiançável.

0:00
Carregando...
0:00

Uma professora universitária foi presa em Campo Grande, Rio de Janeiro, após ser filmada agredindo sua cadela, Belinha. Vizinhos denunciaram os maus-tratos à polícia, que encontrou o animal desnutrido e com ferimentos. A mulher alegou que agiu por causa da tensão pré-menstrual e agora enfrenta um processo por crime ambiental, que pode resultar em pena de dois a cinco anos de prisão. Belinha foi resgatada e está sob os cuidados da ONG Indefesos, que procura um lar temporário para ela, mas a cadela não pode ser adotada até que a Justiça decida seu futuro. A filha da professora, de 8 anos, presenciou as agressões. Casos de maus-tratos a animais podem ser denunciados por meio de diferentes canais.

Professora universitária é presa por agredir cadela em Campo Grande

Uma professora universitária foi presa em flagrante nesta segunda-feira, 21, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, após ser filmada agredindo sua cadela, Belinha. A ação policial ocorreu após denúncias de vizinhos sobre maus-tratos frequentes ao animal.

Agentes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) realizaram a prisão em flagrante. O cão foi encontrado desnutrido, com ferimentos e infestado de parasitas, conforme relato da polícia. A denúncia também envolveu o projeto Nas Garras da Lei, dedicado ao resgate de animais vítimas de violência.

A professora alegou que agiu sob efeito de tensão pré-menstrual (TPM), segundo informações da delegada responsável, ouvida pela revista VEJA. Ela responderá por crime ambiental, com pena prevista de dois a cinco anos de reclusão e multa. A infração é considerada inafiançável.

Belinha foi resgatada e encaminhada a uma clínica veterinária. Atualmente, o animal está sob os cuidados da ONG Indefesos, que busca um lar temporário para ele. A cadela não está disponível para adoção até que a Justiça defina seu destino.

A filha da professora, de 8 anos, presenciou as agressões. Casos de agressão ou abandono de animais podem ser denunciados pelo telefone 190, nas delegacias, pelo Disque Denúncia (21) 2253-1177, pelo número 1746 da Prefeitura do Rio ou pelas redes sociais do grupo Nas Garras da Lei.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais