Uma professora universitária foi presa em Campo Grande, Rio de Janeiro, após ser filmada agredindo sua cadela, Belinha. Vizinhos denunciaram os maus-tratos à polícia, que encontrou o animal desnutrido e com ferimentos. A mulher alegou que agiu por causa da tensão pré-menstrual e agora enfrenta um processo por crime ambiental, que pode resultar em pena de dois a cinco anos de prisão. Belinha foi resgatada e está sob os cuidados da ONG Indefesos, que procura um lar temporário para ela, mas a cadela não pode ser adotada até que a Justiça decida seu futuro. A filha da professora, de 8 anos, presenciou as agressões. Casos de maus-tratos a animais podem ser denunciados por meio de diferentes canais.
Professora universitária é presa por agredir cadela em Campo Grande
Uma professora universitária foi presa em flagrante nesta segunda-feira, 21, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, após ser filmada agredindo sua cadela, Belinha. A ação policial ocorreu após denúncias de vizinhos sobre maus-tratos frequentes ao animal.
Agentes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) realizaram a prisão em flagrante. O cão foi encontrado desnutrido, com ferimentos e infestado de parasitas, conforme relato da polícia. A denúncia também envolveu o projeto Nas Garras da Lei, dedicado ao resgate de animais vítimas de violência.
A professora alegou que agiu sob efeito de tensão pré-menstrual (TPM), segundo informações da delegada responsável, ouvida pela revista VEJA. Ela responderá por crime ambiental, com pena prevista de dois a cinco anos de reclusão e multa. A infração é considerada inafiançável.
Belinha foi resgatada e encaminhada a uma clínica veterinária. Atualmente, o animal está sob os cuidados da ONG Indefesos, que busca um lar temporário para ele. A cadela não está disponível para adoção até que a Justiça defina seu destino.
A filha da professora, de 8 anos, presenciou as agressões. Casos de agressão ou abandono de animais podem ser denunciados pelo telefone 190, nas delegacias, pelo Disque Denúncia (21) 2253-1177, pelo número 1746 da Prefeitura do Rio ou pelas redes sociais do grupo Nas Garras da Lei.
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