Mateus Aquino, um influenciador digital, ganhou destaque nas redes sociais ao compartilhar um vídeo sobre sua vida com displasia cleidocraniana, uma condição genética rara que afeta a formação dos ossos. O vídeo, postado no Instagram, teve quase quatro milhões de visualizações. Nele, Mateus explica que não tem clavícula, o que traz várias dificuldades, como a demora para perder dentes de leite e a hipermobilidade dos ombros. Ele gravou o vídeo sem camisa para mostrar como consegue juntar os ombros e comentou sobre a percepção das pessoas sobre sua aparência. Além das questões estéticas, ele falou sobre os desafios financeiros para encontrar bons profissionais para tratar sua condição, que é rara no Brasil. Apesar das dificuldades, Mateus afirmou que a falta de clavícula não prejudica suas atividades físicas. O vídeo ajudou a aumentar a visibilidade sobre a displasia cleidocraniana e suas implicações na vida diária.
Mateus Aquino, influenciador digital, viralizou nas redes sociais ao compartilhar um vídeo sobre sua rotina com a displasia cleidocraniana, uma condição genética rara que afeta a formação dos ossos. O vídeo, publicado em seu perfil no Instagram, alcançou quase quatro milhões de visualizações.
No vídeo, Mateus explica que não possui clavícula, o que impacta sua vida de diversas maneiras. Ele menciona a dificuldade em perder dentes de leite, que demoram mais do que o normal para cair, e a hipermobilidade dos ombros. “Se você não sabe, eu não tenho clavícula. Isso é uma condição genética chamada displasia cleidocraniana”, afirmou.
Para ilustrar sua condição, Mateus gravou o vídeo sem camisa, mostrando como consegue juntar os ombros. Ele também comentou sobre o desenvolvimento de seu trapézio e a percepção das pessoas sobre sua aparência. “Falam que de costas eu pareço um pino de boliche”, disse, ressaltando que está acostumado com sua condição desde a infância.
Além das questões estéticas, Mateus destacou os desafios financeiros para tratar sua condição. “O problema é que esse caro é muito raro no Brasil, então para achar um profissional bom é um pouco difícil”, explicou. Apesar das dificuldades, ele afirmou que a falta de clavícula nunca o afetou negativamente em atividades físicas.
O vídeo de Mateus não apenas trouxe visibilidade à sua condição, mas também gerou uma discussão importante sobre a displasia cleidocraniana e suas implicações na vida cotidiana.
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