Milhem Cortaz, ator de 52 anos, superou a síndrome do pânico e se destacou na televisão. Ele abriu uma padaria artesanal chamada Cortaz o Pão e criou um projeto social chamado “Pão Bom pra Todo Mundo”. Durante a pandemia, começou a fazer pães em casa e, incentivado pela esposa, decidiu abrir o negócio. Nos primeiros dois anos, doou pães para pessoas em situação de vulnerabilidade social, garantindo que ninguém saísse de sua padaria sem alimento. Hoje, a padaria fornece pães e salgados para restaurantes e eventos, e Cortaz também é sócio de um restaurante italiano. Embora ainda não tenha lucros, ele consegue fechar as contas do mês. A panificação ajudou Cortaz a controlar a ansiedade e melhorar sua saúde mental. Ele planeja expandir seu projeto social para capacitar profissionais e fornecer alimentos a quem precisa.
Milhem Cortaz, ator de 52 anos, superou a síndrome do pânico após quase três décadas e se destacou na televisão com papéis em séries e novelas. Recentemente, ele abriu sua padaria artesanal, a Cortaz o Pão, e lançou o projeto social “Pão Bom pra Todo Mundo”.
Cortaz compartilhou sua trajetória na panificação, que começou durante a pandemia. Ele se dedicou a fazer pães e, inspirado pela esposa, decidiu abrir um negócio. “Ela me disse: não era o seu sonho envelhecer sendo dono de uma vendinha? Por que não abre uma padaria?”, relembra.
O ator começou a fazer pães em casa e, após aprimorar suas receitas, decidiu profissionalizar o negócio. Nos primeiros dois anos, ele doou pães a pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Ninguém que pede pão no meu balcão sai de mão vazia”, afirma.
Atualmente, a padaria fornece pães e salgados para restaurantes e eventos. Cortaz também é sócio do restaurante italiano Cannoleria do Bixiga. Embora o negócio ainda não gere lucros, ele fecha as contas do mês.
Cortaz destaca que a panificação o ajudou a controlar a ansiedade e a melhorar sua saúde mental. “Me transformaram em uma nova pessoa”, diz sobre a natação e a panificação. Ele também planeja expandir seu projeto social, que visa capacitar profissionais na área e fornecer alimentos a quem precisa.
“Está na hora de devolver para elas o que as histórias delas me deram”, conclui sobre sua motivação para o projeto.
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