Santa Teresa, no Espírito Santo, participa pela primeira vez do Desafio da Natureza Urbana, que acontece de 25 a 28 de abril. O evento incentiva os moradores a registrar espécies urbanas usando o aplicativo iNaturalist. Para participar, é só baixar o app, criar um perfil e registrar a natureza ao redor com fotos ou gravações de áudio. Desde 2016, a cidade já tem 16.289 observações no iNaturalist, com 3.075 espécies registradas e 364 observadores, incluindo 513 observações de 86 espécies ameaçadas. O desafio envolve mais de 700 cidades no mundo e os registros feitos durante o evento contarão para a competição. Para ajudar na participação, o Instituto Nacional da Mata Atlântica organiza “Uma Noite no Museu” no Museu de Biologia Professor Mello Leitão, onde grupos poderão explorar o museu com a orientação de pesquisadores. O passeio noturno dura 1h30 e não tem limite de participantes. Os registros podem incluir animais, plantas e fungos, mas não contam cães, gatos ou plantas em vasos. As observações serão identificadas com a ajuda da comunidade online entre 29 de abril e 4 de maio, com resultados divulgados no dia 5 de maio. O pesquisador João Victor Lacerda destaca que o desafio ajuda na observação e registro de espécies, contribuindo para a ciência e a conservação. Em 2024, o desafio global teve 83.500 cidadãos cientistas e 2,4 milhões de observações. Santa Teresa fez 12% das observações do Espírito Santo, que totalizou 132.390 registros. A cidade com mais registros foi São Paulo, com 31.512 observações.
Santa Teresa, na Região Serrana do Espírito Santo, participa pela primeira vez do Desafio da Natureza Urbana, que ocorre de 25 a 28 de abril. O evento visa incentivar os moradores a registrar espécies urbanas utilizando o aplicativo iNaturalist. Para participar, basta baixar o aplicativo gratuito, criar um perfil e registrar a natureza ao redor com fotos ou gravações de áudio.
Desde 2016, Santa Teresa já possui 16.289 observações no iNaturalist, abrangendo 3.075 espécies e 364 observadores. Dentre essas, 513 observações são de 86 espécies ameaçadas. O desafio envolve mais de 700 cidades ao redor do mundo, promovendo a descoberta da biodiversidade local. Os registros realizados entre 25 e 28 de abril serão considerados para a competição.
Evento “Uma Noite no Museu”
Para estimular a participação, o Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA) organiza o evento “Uma Noite no Museu”. Durante a atividade, que ocorre no Museu de Biologia Professor Mello Leitão, grupos de pessoas poderão explorar o museu com a orientação de mais de dez pesquisadores. O passeio noturno tem duração de 1h30 e não possui limite de participantes.
Os registros podem incluir animais, plantas e fungos, mas não contabilizam cães, gatos ou plantas em vasos. As observações feitas serão identificadas com o apoio da comunidade online entre 29 de abril e 4 de maio, com resultados globais divulgados no dia 5 de maio.
Importância da Ciência Cidadã
O pesquisador João Victor Lacerda destaca que o desafio promove a observação e o registro de espécies, contribuindo para a ciência e a conservação. A Ciência Cidadã é uma vertente que envolve o público em projetos de pesquisa, como os monitoramentos de espécies da Mata Atlântica. Os dados coletados são essenciais para análises ecológicas e políticas públicas.
Em 2024, o desafio global contou com a participação de 83.500 cidadãos cientistas, resultando em 2,4 milhões de observações. Santa Teresa contribui com 12% das observações do Espírito Santo, que totaliza 132.390 registros. A cidade brasileira com mais registros foi São Paulo, com 31.512 observações.
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