Filippo Sorcinelli é um designer de roupas litúrgicas e organista, famoso por ter feito a primeira vestimenta do Papa Francisco em 2013. Ele também é responsável pela casa de perfumes UNUM e fala sobre sua experiência como homem gay em um ambiente religioso. Sorcinelli começou a tocar órgão aos 13 anos e tem uma forte conexão com a Igreja, lembrando de momentos da infância ao lado da mãe na limpeza da igreja. Para ele, a perfumaria é uma forma de expressar sua espiritualidade, ligando aromas a rituais e momentos de oração. Ele acredita que o perfume o ajudou a se libertar e a viver sua verdade, recebendo apoio de outros padres gays que se identificam com sua luta por aceitação.
Filippo Sorcinelli, designer de vestes litúrgicas e organista, é conhecido por confeccionar a primeira roupa do Papa Francisco em 2013. Ele também é o administrador da casa de perfumes UNUM, onde expressa sua identidade como homem gay em um ambiente religioso.
Sorcinelli, que se tornou organista aos 13 anos, tem uma forte ligação com a Igreja. Em entrevista à Vogue, ele relembra sua infância, quando acompanhava sua mãe na limpeza da igreja. Para ele, esses momentos simples moldaram sua vida e sua busca pela beleza.
A perfumaria, segundo Sorcinelli, é uma extensão de sua espiritualidade. Ele afirma que o mundo dos perfumes está ligado ao ritual e à liturgia, com a Bíblia destacando a importância do aroma em momentos de transcendência e oração. Para ele, essa arte se tornou uma forma poderosa de expressão.
Sorcinelli também compartilha sua experiência como homem gay em um ambiente eclesiástico. Ele menciona a luta constante entre sua identidade e as expectativas da sociedade. “O perfume me libertou. E liberdade não é apenas fazer o que você quer — é fazer o que você deve”, declarou. Ele já recebeu mensagens de agradecimento de padres gays, reconhecendo sua luta por respeito e aceitação.
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