A prefeitura de Niterói lançou o projeto Fruta no Pé, que vai plantar mais de cinco mil mudas de frutas e plantas nativas no Parque Orla de Piratininga. Este é o maior plantio urbano de frutas do Brasil em extensão, com 900 mudas já plantadas nos últimos dois meses. O objetivo é criar um corredor verde que ajude na biodiversidade e incentive o consumo de frutas frescas. Entre as plantas estão pitangueiras, grumixameiras, amoreiras, cajazeiras e palmeiras jerivás, escolhidas por seu valor ecológico e por serem frutos que muitas vezes não são encontrados em feiras. O biólogo Alexandre Moraes, da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos, explicou que o projeto também busca resgatar sabores e histórias, além de promover o reflorestamento urbano, já que as palmeiras jerivás atraem muitas aves nativas. Antes do lançamento, o modelo foi testado em áreas como Jurujuba, Charitas e Camboinhas, onde foram plantadas cerca de quinhentas mudas. Niterói já recebeu quatro vezes o selo Cidade Árvore do Mundo, com cerca de cento e cinquenta mil mudas plantadas nos últimos anos. Desde 2013, a cidade tem uma política de manejo responsável, com programas que avaliam e orientam o replantio de árvores nativas, e espera-se que ações semelhantes sejam feitas em outras áreas da cidade.
A prefeitura de Niterói lançou o projeto Fruta no Pé, que visa o plantio de mais de cinco mil mudas de frutas e espécies nativas ao longo do Parque Orla de Piratininga. O projeto, considerado o maior plantio urbano de frutas do Brasil em extensão, já conta com 900 mudas plantadas nos últimos dois meses.
O objetivo é transformar a orla em um corredor verde e produtivo, promovendo a biodiversidade e incentivando o consumo de frutas in natura. Entre as espécies plantadas estão pitangueiras, grumixameiras, amoreiras, cajazeiras e palmeiras jerivás. A escolha das plantas considerou tanto o valor ecológico quanto a memória afetiva dos frutos, muitos dos quais são raros em feiras e mercados.
Benefícios e Impacto
O biólogo Alexandre Moraes, diretor de arborização da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos de Niterói (Seconser), destacou que o projeto vai além do paisagismo. Ele afirmou que é um convite ao resgate de sabores e histórias, além de uma ação concreta de reflorestamento urbano. As palmeiras jerivás, por exemplo, atraem mais de oitenta espécies de aves nativas.
Antes do lançamento oficial, a Seconser testou o modelo em áreas como Jurujuba, Charitas e Camboinhas, onde foram plantadas cerca de quinhentas mudas em locais degradados. Niterói já recebeu, pela quarta vez, o selo internacional Cidade Árvore do Mundo, concedido pela Arbor Day Foundation, e possui cerca de cento e cinquenta mil mudas plantadas nos últimos anos.
Políticas de Arborização
Desde 2013, Niterói adota uma política de manejo responsável, com programas como o Arboribus, que avalia o estado das árvores e orienta o replantio seguro com espécies nativas. A expectativa é que ações semelhantes sejam implementadas em outras regiões da cidade, ampliando os benefícios da arborização urbana.
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