Cuidadores de gatos no parque da Independência, em São Paulo, estão preocupados após o desaparecimento de uma gata e a morte de quatro felinos com sinais de agressão. Os gatos foram encontrados em datas diferentes, e a organização Gatos do Ipiranga, que cuida dos animais, expressou sua dor pela perda. Para proteger os outros gatos que vivem no parque, eles estão sendo retirados temporariamente. As mortes estão sendo investigadas, mas a hipótese de envenenamento foi descartada. Para pedir mais segurança e uma investigação, os cuidadores e frequentadores do parque planejam uma passeata na próxima quinta-feira, solicitando medidas como acesso a imagens de câmeras e patrulhas noturnas. A Prefeitura de São Paulo foi contatada, mas ainda não se manifestou sobre o assunto.
Cuidadores de gatos no parque da Independência, em São Paulo, estão alarmados após o desaparecimento de um felino e a morte de quatro outros com sinais de agressão. Os casos ocorreram em datas distintas: os dois primeiros em 15 de abril, o terceiro em 26 de abril e o último no dia 3 de maio. Além dos gatos mortos, uma fêmea chamada Maria Rita está desaparecida.
A organização Gatos do Ipiranga, que cuida dos animais na área, expressou sua dor: “Cinco vidas. Cinco histórias. Um vazio difícil de explicar.” Os corpos dos felinos foram encontrados em diferentes momentos e estão passando por necrópsia para determinar a causa da morte. Voluntários descartaram a hipótese de envenenamento, já que aves que compartilham a mesma alimentação não foram afetadas.
Para proteger os gatos restantes, a organização decidiu retirá-los temporariamente do parque. A comunidade local, junto com os cuidadores, está organizando uma passeata para quinta-feira, dia 8, às 7h, com início no Museu do Ipiranga. O objetivo da manifestação é exigir uma investigação sobre os casos e um aumento na segurança do parque.
Os manifestantes pedem acesso às imagens das câmeras de segurança, patrulhas noturnas, reforma das grades laterais e a instalação de um posto fixo da Guarda Civil Metropolitana. A Prefeitura de São Paulo, responsável pela administração do parque, foi contatada, mas não se manifestou até o fechamento desta matéria.
Entre na conversa da comunidade