Em situações de crise, como desastres naturais ou apagões, as pessoas costumam agir de forma solidária, ajudando umas às outras, em vez de se comportarem de maneira egoísta, como muitas vezes retratado em filmes e pela mídia. Estudos, como uma pesquisa do Centro de Pesquisa Sociológica da Espanha, mostram que a maioria das pessoas se comporta bem durante emergências. Por exemplo, após o apagão recente na Península Ibérica, 88,2% dos espanhóis relataram que as pessoas se comportaram de maneira positiva. Especialistas afirmam que a solidariedade é uma característica humana natural, que se manifesta em momentos de crise, ajudando as pessoas a lidarem emocionalmente com a situação. Ao longo da história, em eventos como os atentados de Oklahoma, Madrid e Londres, muitos se uniram para ajudar os feridos. A cooperação é vista como uma norma humana, e a sensação de pertencimento a um grupo comum pode fortalecer essa ajuda mútua. No entanto, a percepção de que as pessoas se tornam caóticas em crises é um mito, muitas vezes alimentado pela mídia. Exemplos de solidariedade em desastres, como o terremoto e tsunami no Japão em 2011, mostram que, mesmo em situações extremas, a maioria das pessoas se comporta de forma altruísta. A confiança entre vizinhos e a ajuda mútua são fundamentais, e a falta de informação pode agravar a situação. Portanto, o que realmente acontece em crises é que as pessoas tendem a se unir e ajudar umas às outras, desafiando a ideia de que o pânico e o egoísmo são a norma.
Em situações de crise, a solidariedade prevalece sobre o egoísmo, segundo estudos recentes. Uma pesquisa do Centro de Pesquisa Sociológica (CIS) da Espanha revelou que 88,2% dos espanhóis observaram comportamentos positivos em crises, desafiando a ideia de que o pânico domina.
Cenários de emergência, como o apagão na Península Ibérica, mostram que as pessoas tendem a ajudar umas às outras. Em vez de se tornarem agressivas, muitos oferecem apoio, como compartilhar pilhas com vizinhos desconhecidos. A escritora Rebecca Solnit, em seu ensaio “Um Paraíso Construído no Inferno”, argumenta que a mídia e filmes de desastre frequentemente retratam as pessoas como histéricas, ignorando a realidade da solidariedade.
O psicólogo Lidia Rupérez destaca que a ajuda mútua ajuda a recuperar o controle emocional em crises. O sociólogo Stephen Reicher, da Universidade de St. Andrews, afirma que o mito do pânico ignora o fato de que mais pessoas morrem por reações inadequadas em emergências. Ele observa que a cooperação é uma norma humana, evidenciada em desastres passados, como os atentados de Madrid e Oklahoma.
A história mostra que, após desastres, a solidariedade tende a aumentar. Durante o terremoto e tsunami no Japão em 2011, a maioria das pessoas se uniu em vez de saquear. Em situações de crise, a percepção de injustiça pode gerar descontentamento, mas a resposta inicial geralmente é de ajuda mútua.
A falta de informação durante crises, como o apagão recente, pode aumentar a ansiedade. O CIS revelou que 60% dos espanhóis sentiram falta de informações claras. A confiança interpessoal é alta na Espanha, mas a confiança nas autoridades é menor, o que pode afetar a resposta da população em situações de emergência.
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