O autor fala sobre suas relações afetivas, afirmando que não tem dívidas emocionais e que investiu em momentos de alegria e carinho. Ele destaca que suas relações são leves e não envolvem bens materiais. Ele menciona que não sonegou amor ou gentilezas e que, mesmo em momentos de atenção desigual, sempre corrigiu isso com carinho e humor. O autor também fala sobre os bons momentos que teve com amigos, como jantares divertidos, e como isso trouxe bons resultados emocionais. Ele se considera parte de uma sociedade de amizade, onde todos compartilham sentimentos positivos. No final, ele expressa que não deve nada e que guarda boas memórias de amigos que já se foram, reafirmando que seu amor é sagrado e não pode ser medido em termos materiais.
O autor declara sua situação emocional de forma leve e bem-humorada, afirmando que não possui dívidas afetivas. Ele destaca a importância do amor e da amizade em sua vida, utilizando uma linguagem que remete à declaração de impostos.
Em sua declaração, o autor afirma que não deve nada a ninguém, nem mesmo ao Leão, e que investiu em momentos de alegria e carinho. Ele menciona que todos os seus “rendimentos afetivos” estão pagos e que não houve sonegação de amor ou gentilezas.
O autor reconhece que, em alguns meses, a atenção dedicada a amigos e amores foi menor do que a recebida, mas isso foi corrigido com um “aporte suplementar” de carinho e humor. Ele garante que não tem dívidas emocionais e que as delicadezas que emprestou foram devolvidas com juros.
Investimentos Emocionais
O autor relata que não teve ganhos financeiros em operações com bens materiais, mas obteve bons dividendos em jantares divertidos e conversas sinceras. Ele menciona um bar do Leblon, o Álvaro’s, que fechou, mas que proporcionou momentos memoráveis.
Além disso, ele diversificou seus “ativos emocionais”, investindo em abraços e beijos, e afirma que os resultados superaram os índices do mercado financeiro. O autor optou pelo “Simples Nacional” em sua contabilidade emocional, destacando a simplicidade das relações que cultivou.
Ele também menciona que não possui bens materiais a declarar, apenas o “bem-querer”, que considera sagrado. O autor expressa gratidão pelas memórias deixadas por amigos que partiram, afirmando que não deve nada e que está em paz com suas relações.
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