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Ethel Caterham é reconhecida como a pessoa mais velha do mundo aos 115 anos

Descubra os segredos da longevidade de Ethel Caterham, a mulher mais velha do mundo, e como hábitos saudáveis podem aumentar sua vida.

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Ethel Caterham, uma mulher de 115 anos de Surrey, Inglaterra, foi reconhecida como a pessoa mais velha do mundo. Isso gerou curiosidade sobre como ela conseguiu viver tanto tempo. Embora não seja comum seguir conselhos de pessoas tão idosas, algumas dicas de estilo de vida podem ajudar a aumentar a longevidade. A atividade física regular é essencial; estudos mostram que até mesmo pequenas quantidades de exercício, como 75 minutos de caminhada por semana, podem aumentar a expectativa de vida. Além disso, evitar ficar sentado por longos períodos é importante. Comer muitos vegetais, frutas e grãos integrais, enquanto se evita alimentos processados e açucarados, também é benéfico. O sono de qualidade é crucial, pois padrões irregulares de sono estão ligados a um maior risco de morte precoce. O estresse deve ser gerenciado, pois pode afetar a saúde a longo prazo. Ter uma vida social ativa também ajuda a viver mais. Embora a genética tenha um papel na longevidade, hábitos saudáveis podem aumentar as chances de uma vida longa e saudável.

Uma mulher de 115 anos, Ethel Caterham, residente em Surrey, Inglaterra, foi oficialmente reconhecida como a pessoa mais velha do mundo. O título gerou curiosidade sobre os hábitos que podem ter contribuído para sua longevidade.

Pesquisas indicam que a atividade física regular é um dos principais fatores para uma vida longa. Um estudo revelou que aumentar a atividade física para cerca de 75 minutos por semana pode aumentar a expectativa de vida em até dois anos. A inatividade, por outro lado, está associada a um risco elevado de morte prematura.

Outro aspecto importante é a alimentação. Um estudo com aproximadamente 100 mil pessoas ao longo de 30 anos mostrou que dietas ricas em frutas, verduras e grãos integrais estão ligadas a uma saúde melhor na terceira idade. A pesquisa sugere que a restrição calórica e o jejum intermitente podem ter efeitos positivos na longevidade.

Importância do Sono e do Estresse

A qualidade do sono também é crucial. Dados de um estudo com 500 mil britânicos indicam que padrões irregulares de sono aumentam em 50% o risco de morte precoce. A recomendação é que adultos durmam entre sete e nove horas por noite.

O estresse é outro fator que impacta a saúde. Evidências mostram que estressores na infância podem afetar a saúde na velhice. Por outro lado, idosos que demonstram resiliência ao estresse têm menor probabilidade de morte precoce. Práticas como o yoga podem melhorar essa resiliência em apenas oito semanas.

Conexões Sociais e Genética

A vida social ativa também está relacionada à longevidade. Pessoas com mais de 65 anos que participam de atividades sociais diárias têm três vezes mais chances de viver cinco anos a mais em comparação com aquelas que não se envolvem socialmente.

Embora a genética desempenhe um papel significativo na longevidade, representando entre 20% e 40% da expectativa de vida, hábitos saudáveis são fundamentais. Ethel Caterham, apesar de sua idade avançada, perdeu duas filhas antes dos 71 e 83 anos. Isso demonstra que, mesmo com boa genética, a longevidade não é garantida.

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