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Escola Marielle de Comunicação forma comunicadores políticos negros no Rio de Janeiro

Curso gratuito da Escola Marielle de Comunicação forma jovens negros preriféricos em comunicação política. Inscrições até 8 de junho.

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A Escola Marielle de Comunicação, criada pelo Instituto Marielle Franco, vai oferecer um curso gratuito para formar comunicadores políticos negros. As aulas presenciais acontecerão no IFCS, no Rio de Janeiro, de 25 de julho a 10 de outubro, e as inscrições estão abertas até 8 de junho. O curso é voltado para jovens negros das periferias e terá uma abordagem teórica e prática, abordando temas como comunicação estratégica, redes sociais e audiovisual. Os participantes receberão certificado, auxílio-transporte, alimentação e materiais pedagógicos. A seleção dos alunos levará em conta o perfil e a motivação para a comunicação política.

A nova edição da Escola Marielle de Comunicação, promovida pelo Instituto Marielle Franco, terá início em 25 de julho e se estenderá até 10 de outubro. O curso, que será gratuito, ocorrerá no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ, no Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas até 8 de junho e são voltadas para jovens negros das periferias.

O objetivo da escola é formar comunicadores políticos comprometidos com a transformação social. A metodologia incluirá aulas teóricas e práticas, abordando temas como comunicação estratégica, storytelling, redes sociais, audiovisual e fotografia, além de inteligência artificial. Luyara Franco, filha de Marielle e diretora de Legado do Instituto, destaca que a escola é uma forma de “disputar narrativas, valorizar memórias e construir futuros possíveis”.

Estrutura do Curso

Os encontros serão divididos em dois módulos: um teórico, de julho a setembro, e outro prático, de setembro a outubro. Os participantes receberão certificado ao final, com base em presença e participação. Além disso, haverá auxílio-transporte, alimentação no local e materiais pedagógicos.

Luna Costa, fundadora e diretora-executiva da Narra, ressalta que as juventudes negras têm gerado uma comunicação criativa nas favelas. “Essas narrativas não apenas desafiam estruturas, mas constroem novos horizontes”, afirma. A seleção dos alunos considerará perfil, motivação e envolvimento com comunicação política ou de causas. As inscrições podem ser feitas no site da escola e nas redes sociais das organizações envolvidas.

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