Recentemente, o autor passou por uma ressonância magnética abdominal, que o levou a refletir sobre a vida e a morte. Durante o exame, ele sonhou com Jorge Luis Borges, onde discutiram solidão e a natureza da vida. Inspirado por essa experiência, decidiu escrever um romance sobre um geólogo que enfrenta a morte e a solidão. O personagem, diagnosticado com uma doença incurável, compra uma igreja abandonada em Angola e se instala lá com livros e muitas perguntas. Ele acredita que “morrer é uma superstição extremamente bem-sucedida” e vê a vida como uma música que nunca termina. A ressonância magnética, apesar de desconfortável, se tornou uma fonte de inspiração para sua escrita.
Recentemente, um autor passou por uma ressonância magnética abdominal, uma experiência que o levou a reflexões sobre a vida e a morte. Durante o exame, ele sonhou com o escritor Jorge Luis Borges, discutindo temas como solidão e a natureza da existência.
O autor descreveu a ressonância como uma experiência angustiante, onde ficou preso em um cilindro metálico por vinte minutos. Para lidar com o medo, ele conversou com amigos sobre suas estratégias. Uma amiga cantou músicas de Gilberto Gil, enquanto um amigo matemático se distraiu tentando resolver um problema complexo.
No sonho com Borges, o autor questionou sobre a morte e a solidão. Borges, de forma enigmática, sugeriu que a vida é como um livro, onde é possível recomeçar. Essa conversa inspirou o autor a criar um novo romance, centrado em um geólogo diagnosticado com uma doença incurável. O personagem se instala em uma igreja abandonada no deserto do Namibe, em Angola, refletindo sobre a vida e a morte.
“Morrer é uma superstição extremamente bem-sucedida,” afirma o geólogo na narrativa. Ele vê a vida como uma música em loop, que nunca realmente termina. O autor agora se dedica a escrever essa nova obra, que explora a complexidade da existência e a solidão humana.
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