A cena do pequeno Sebastião, vestido de Elsa, emocionou a videomaker Mariana Lopes, de 37 anos. O menino, ao vestir a fantasia de sua princesa favorita da animação Frozen, expressou sua alegria, dizendo: “Hoje, estou muito feliz, mãe”. Mariana destacou que Sebastião entrou no universo lúdico da história, brincando de congelar castelos e jogando terra […]
A cena do pequeno Sebastião, vestido de Elsa, emocionou a videomaker Mariana Lopes, de 37 anos. O menino, ao vestir a fantasia de sua princesa favorita da animação Frozen, expressou sua alegria, dizendo: “Hoje, estou muito feliz, mãe”. Mariana destacou que Sebastião entrou no universo lúdico da história, brincando de congelar castelos e jogando terra para cima. A paixão do garoto por Elsa começou aos três anos, quando se encantou com a trilha sonora e o poder da personagem.
Durante a pandemia, Sebastião surpreendeu Mariana ao pedir para se vestir de Elsa, o que inicialmente gerou resistência na mãe. “Senti uma pequena confusão dentro de mim”, relatou, mas logo percebeu que era apenas uma fantasia. Ao encontrar a fantasia de Elsa no baú de roupas, o menino ficou tão animado que queria usá-la o dia todo. Mariana enfrentou críticas familiares, mas defendeu o direito do filho de usar a fantasia, questionando a lógica por trás do preconceito.
No aniversário de quatro anos, Sebastião teve uma festa temática de Elsa, e nos anos seguintes escolheu temas como Alice no País das Maravilhas. Apesar do amor do menino pelo mundo das princesas, Mariana enfrenta críticas e até ameaças nas redes sociais. Para proteger os filhos, ela reforça que não estão fazendo nada de errado e tenta empoderá-los, abordando temas como homofobia e transfobia, mesmo que não quisesse discutir isso com crianças tão novas.
Recentemente, Mariana teve sua conta no Instagram derrubada por críticas relacionadas à vestimenta do filho, mas conseguiu recuperá-la. Ela enfatiza que não sexualiza Sebastião, que se identifica como menino, mas gosta de coisas que a sociedade considera femininas. “O amor salva vidas e o acolhimento mais ainda”, concluiu Mariana, ressaltando a importância de respeitar as individualidades das crianças.
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