Rena Quint, uma sobrevivente do Holocausto, compartilha sua história de vida cheia de traumas e superação. Ela viveu momentos horríveis em guetos e campos de concentração, onde muitos de seus familiares foram mortos. Com apenas seis anos, Rena perdeu sua mãe e irmãos e teve que se esconder e mudar de identidade para sobreviver. Agora com oitenta e nove anos, ela é uma das últimas pessoas que podem contar essas experiências, já que muitos sobreviventes estão envelhecendo rapidamente. Nascida na Polônia em 1935, Rena passou por vários campos, incluindo Bergen-Belsen, onde foi libertada em 1945. Após a guerra, ela foi acolhida por uma família na Suécia e depois adotada por outra família nos Estados Unidos, onde se tornou Fanny e, mais tarde, se mudou para Israel, onde construiu uma nova vida e teve uma grande família. Rena acredita que é importante contar sua história para que as futuras gerações nunca esqueçam os horrores do passado.
Rena Quint, sobrevivente do Holocausto, compartilha sua história de vida marcada por traumas e superação. Ela relembra os horrores vividos em guetos e campos de concentração, onde muitos de seus familiares foram assassinados. Com apenas seis anos, Rena perdeu sua mãe e irmãos, sendo forçada a se esconder e mudar de identidade para sobreviver.
A narrativa de Rena é um testemunho vital, especialmente em um momento em que a Claims Conference estima que setenta por cento dos mais de 200 mil sobreviventes ainda vivos podem falecer na próxima década. Com oitenta e nove anos, ela é uma das últimas vozes que podem transmitir suas experiências às novas gerações.
Nascida como Freida Lichtenstein em 1935, na Polônia, Rena foi uma das poucas crianças judias a sobreviver ao Holocausto. Ela passou por diversos campos, incluindo Bergen-Belsen, onde foi libertada pelas forças britânicas em 15 de abril de 1945. Rena descreve a cena da libertação, onde prisioneiros, debilitados, finalmente puderam sentir a liberdade.
Após a guerra, Rena foi acolhida por uma família em Suecia e, posteriormente, adotada por uma nova família nos Estados Unidos. Ela se tornou Fanny e, mais tarde, se estabeleceu em Israel, onde construiu uma nova vida e uma grande família, com 22 netos e 56 bisnetos.
Rena Quint enfatiza a importância de compartilhar sua história, destacando que a memória do Holocausto deve ser preservada para que as futuras gerações nunca esqueçam os horrores do passado.
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