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Mãe transforma dor em luta por direitos de crianças trans após descoberta da filha

Thamirys Nunes, mãe de uma criança trans, fundou a ONG Minha Criança Trans para lutar pelos direitos de crianças e adolescentes trans. Ela compartilha sua jornada de aceitação e os desafios enfrentados, como a busca por reconhecimento legal e a segurança de sua filha em ambientes sociais. A história destaca a importância do apoio familiar e a necessidade de combater a transfobia na sociedade.

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Thamirys Nunes é mãe de uma criança que se identifica como trans e compartilha sua experiência de aceitação e os desafios enfrentados. Recentemente, ela criou a ONG Minha Criança Trans, que busca garantir direitos para crianças e adolescentes trans, após perceber a falta de apoio e reconhecimento legal para sua filha. Desde pequena, a criança expressou uma identidade de gênero diferente da que lhe foi atribuída ao nascer, e Thamirys decidiu acolher essa identidade, enfrentando críticas e preconceitos. A ONG foca na luta por direitos, já que muitos ainda não são garantidos para menores de idade, e Thamirys relata casos de transfobia, como a recusa de matrícula em escolas. Ela também se preocupa com a segurança da filha em ambientes sociais. A organização já participou de eventos internacionais, como na Comissão Interamericana de Direitos Humanos e no Comitê da Infância da ONU, e Thamirys destaca a importância de unir forças com outras mães e organizações para lutar pelos direitos das crianças trans.

Thamirys Nunes, mãe de uma criança que se identifica como trans, compartilha sua jornada de aceitação e os desafios enfrentados. Recentemente, ela fundou a ONG Minha Criança Trans, que visa garantir direitos para crianças e adolescentes trans. A organização surgiu após Thamirys perceber a falta de apoio e reconhecimento legal para sua filha.

Em seu relato, Thamirys descreve como, desde cedo, sua criança expressou uma identidade de gênero diferente da atribuída ao nascer. Com apenas três anos, a criança verbalizou o desejo de ser menina, o que levou Thamirys a refletir sobre suas expectativas e a buscar apoio psicológico. A mãe enfrentou críticas e preconceitos, mas decidiu acolher a identidade da filha, permitindo que ela se expressasse livremente.

A luta por direitos é um dos principais focos da ONG. Thamirys destaca que, apesar de avanços legais, muitos direitos ainda não são garantidos para menores de idade. Ela relata experiências de transfobia, como a negativa de matrícula em escolas e situações de discriminação. A insegurança em ambientes sociais é uma preocupação constante, com Thamirys temendo pela segurança da filha em situações cotidianas.

A ONG já participou de eventos internacionais, como na Comissão Interamericana de Direitos Humanos e no Comitê da Infância da ONU. Thamirys enfatiza a importância de unir forças com outras mães e organizações para lutar pelos direitos de crianças e adolescentes trans. “Se não fizermos isso, teremos gerações de crianças trans sendo expulsas de casas e agredidas”, afirma.

Thamirys Nunes continua sua missão de promover a aceitação e os direitos de sua filha e de outras crianças trans, enfrentando desafios com determinação e esperança.

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