Kira Salim, uma musicista brasileira de 34 anos, foi uma das vítimas de um atropelamento em Vancouver, no Canadá, durante uma festa da comunidade filipina. A tragédia aconteceu no domingo, 27 de abril, e a morte de Kira foi confirmada por sua família. O acidente ocorreu por volta das 20h, durante uma celebração em homenagem a um líder anticolonialista. Kira se mudou para o Canadá há três anos para desenvolver sua carreira musical e trabalhou com educação e apoio psicológico a estudantes. Recentemente, ela se tornou conselheira clínica registrada e atuou em várias instituições, incluindo uma escola e uma loja de instrumentos. Kira também era apaixonada por animais e compartilhava momentos com seus pets nas redes sociais. Sua morte deixa um grande vazio na comunidade que ela tanto amava.
Kira Salim, uma musicista brasileira de 34 anos, foi uma das onze vítimas de um atropelamento coletivo em Vancouver, no Canadá, ocorrido durante uma celebração da comunidade filipina. A confirmação de sua morte foi feita por familiares neste domingo, 27 de abril. O incidente aconteceu por volta das 20h locais, durante a festividade em homenagem ao líder anticolonialista Lapu Lapu.
Kira havia se mudado para o Canadá há três anos com o objetivo de aprimorar sua carreira musical e, desde então, se dedicou a trabalhar com educação e apoio psicológico a estudantes. Em seu perfil no LinkedIn, ela se descrevia como uma profissional comprometida com a saúde mental, buscando criar um ambiente inclusivo e equitativo para jovens e comunidades marginalizadas.
A musicista se tornou conselheira clínica registrada pela Associação de Conselheiros Clínicos da British Columbia em 2023, um marco importante em sua trajetória. Kira também atuou como orientadora educacional na Fraser River Middle School, onde expressou sua satisfação em apoiar a comunidade escolar. Antes de sua morte, ela havia trabalhado em diversas instituições, incluindo a Escola de Música da Universidade da Colúmbia Britânica e a loja de instrumentos Tapestry Music.
Apaixonada por animais, Kira levava seus bichos de estimação para onde ia e frequentemente compartilhava momentos com eles em suas redes sociais. Sua trajetória no Brasil inclui mais de sete anos como professora de música e conselheira na Escola Americana do Rio de Janeiro, onde desenvolveu programas de apoio emocional para estudantes. A tragédia que a levou à morte deixa um vazio na comunidade que ela tanto amava e serviu.
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