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Modelos de vida em Florença ameaçam ação judicial por melhores condições de trabalho

Modelos da Accademia di Belle Arti di Firenze ameaçam protesto nu e ação judicial por melhores condições de trabalho e contratos justos.

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Modelos de vida da Accademia di Belle Arti di Firenze estão ameaçando processar a instituição para melhorar suas condições de trabalho. Eles também cogitam fazer um protesto nu. Os modelos reclamam que seus contratos anuais de 500 horas não compensam o desgaste físico e mental que enfrentam. Eles não têm benefícios como seguro, férias ou licença médica. A nova legislação italiana prevê que modelos com mais de três anos de serviço em instituições públicas devem receber contratos permanentes, mas a academia afirma que os modelos antigos não se qualificam. O presidente do sindicato dos modelos criticou essa posição, lembrando que muitos deles trabalharam por décadas sem um processo formal de contratação. Recentemente, a diretora da academia se reuniu com os modelos para discutir a situação, e a instituição planeja publicar um novo aviso de recrutamento em breve.

Modelos de vida da Accademia di Belle Arti di Firenze ameaçam ação judicial e protesto nu por melhores condições de trabalho. A situação precária dos modelos, que possuem contratos anuais sem benefícios, gerou descontentamento. Eles reivindicam pausas adequadas e melhores condições de trabalho.

Os modelos, que trabalham na histórica academia de arte fundada em mil setecentos e oitenta e quatro, expressaram suas queixas ao jornal italiano Corriere della Sera. Um deles afirmou: “Cada um de nós assina um contrato de 500 horas para trabalho ocasional, sem proteção, seguro ou férias.” A carga de trabalho é intensa e não compensa o sofrimento físico e mental.

A nova legislação de 2024 estabelece que modelos que completaram três anos de serviço em instituições públicas devem receber contratos permanentes. No entanto, o presidente do sindicato ABC, Giancarlo Iacomini, afirmou que a Accademia não reconhece a validade dos contratos antigos, afetando modelos que atuam há mais de três décadas.

Na reunião de nove de abril, Iacomini e a diretora da academia, Gaia Bindi, discutiram a situação. Bindi defendeu que estava seguindo as regras do ministério, enquanto Iacomini argumentou que a interpretação das normas deveria considerar o contexto histórico dos contratos.

A Accademia di Belle Arti di Firenze informou que se reuniu com os modelos insatisfeitos e planeja novas discussões com representantes sindicais. A instituição também anunciou que publicará um novo edital de recrutamento, onde contratos anteriores poderão ser considerados.

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