A amizade nos Estados Unidos tem diminuído, especialmente durante a pandemia, levando a um aumento da solidão, que pode ser tão prejudicial à saúde quanto fumar 15 cigarros por dia. Pesquisas mostram que ter entre três a seis amigos próximos é ideal para o bem-estar. Um estudo de 2021 revelou que 12% dos americanos não tinham amigos próximos, um aumento em relação a 3% há 30 anos. A solidão pode aumentar o risco de doenças como depressão e problemas cardíacos. Embora não haja um número exato de amigos que as pessoas devem ter, ter pelo menos um amigo importante é fundamental. A psicóloga Marisa Franco sugere que a solidão pode ser um sinal de que precisamos de mais conexões. Fazer amigos na vida adulta pode ser difícil, mas reacender velhos relacionamentos pode ser uma boa opção. A qualidade do tempo gasto com amigos também é importante, e a média para desenvolver amizades próximas é de cerca de 200 horas. Cada pessoa pode ter necessidades diferentes em relação ao número de amigos, dependendo de sua personalidade e estilo de vida.
A amizade nos Estados Unidos tem enfrentado um declínio significativo nas últimas décadas, uma tendência que se intensificou durante a pandemia. Em 2021, 12% dos americanos relataram não ter amigos próximos, um aumento em relação a apenas 3% em 1985. A solidão, que afeta a saúde mental e física, é comparável a fumar 15 cigarros por dia.
Pesquisas recentes sugerem que ter entre três a seis amigos próximos é ideal para o bem-estar. A solidão e o isolamento social estão associados a um risco elevado de doenças como depressão, ansiedade, doenças cardíacas e derrames. A professora de psicologia Julianne Holt-Lunstad, da Universidade Brigham Young, destaca que a solidão é um fator crítico para a saúde.
Um estudo de 2016 revelou que pessoas com seis ou mais amigos tendem a ter uma saúde melhor ao longo da vida. Além disso, uma pesquisa de 2020 mostrou que mulheres de meia-idade com três ou mais amigos relataram maior satisfação com a vida. A percepção sobre o número ideal de amigos varia, com 55% dos participantes de uma pesquisa recente acreditando que dois a três amigos íntimos são suficientes.
Impacto da Pandemia
A pandemia dificultou a manutenção de amizades, com 13% das mulheres e 8% dos homens de 30 a 49 anos relatando perda de contato com a maioria de seus amigos. A solidão se tornou um problema significativo, afetando cerca de um em cada três americanos. A psicóloga Marisa Franco sugere que a solidão pode ser um sinal de que a pessoa precisa de mais conexões sociais.
Fazer amigos na vida adulta pode ser desafiador devido à falta de tempo e à dificuldade em confiar em novas pessoas. Reacender relacionamentos antigos pode ser uma alternativa viável. A qualidade do tempo passado com amigos também é crucial, com pesquisas indicando que amizades muito próximas requerem cerca de 200 horas para se desenvolver.
Embora o número ideal de amigos possa variar de acordo com a personalidade e as circunstâncias de cada um, a busca por conexões significativas é essencial para o bem-estar.
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