Erika Roberts, uma estudante de biomedicina, participou de um intercâmbio na Alemanha durante o ensino médio, o que a inspirou a estudar medicina na Europa. Ela se transferiu para a Alemanha, onde os custos de educação são mais baixos e não é necessário ter um diploma de graduação para entrar na faculdade de medicina. Após um ano de faculdade nos Estados Unidos, ela decidiu mudar para a Alemanha, onde começou a aprender alemão novamente. Roberts viveu em diferentes acomodações e atualmente mora sozinha, com despesas mensais de cerca de 749 euros, incluindo alimentação e seguro de saúde. Desde que se mudou, ela percebeu que sua rotina e hábitos alimentares mudaram para melhor, e se sente mais equilibrada. Após quase oito anos na Alemanha, ela se sente feliz e adaptada à cultura local, embora sua família ainda esteja nos Estados Unidos. Ela não planeja voltar para lá tão cedo e está satisfeita com sua vida na Europa.
Erika Roberts, estudante de medicina, se transferiu para a Alemanha após um intercâmbio no ensino médio. A decisão, tomada em 2017, foi motivada pela busca de um ensino superior mais acessível e pela vontade de se adaptar a um novo estilo de vida.
Roberts, que estudava biomedicina nos Estados Unidos, sentia-se insatisfeita com sua trajetória acadêmica. “Eu precisava buscar meus próprios desafios,” afirmou. Na Alemanha, o acesso à faculdade de medicina é facilitado, pois não é necessário ter um diploma de graduação. O curso tem duração de seis anos e é mais econômico, com muitas universidades públicas oferecendo ensino gratuito ou a preços reduzidos.
Após um ano de adaptação, Roberts se estabeleceu em um apartamento compartilhado, onde pagava entre € 565 e € 659 mensais. Atualmente, seus gastos mensais, excluindo o aluguel, somam € 749, incluindo despesas com alimentação, saúde e transporte. “Os contribuintes tornam possível manter as taxas das universidades públicas tão baixas,” destacou.
A experiência na Alemanha transformou sua rotina e hábitos. “Aprendi a me adaptar e a entender o ambiente ao meu redor,” disse. Roberts, que vive no país há quase oito anos, aprecia a segurança e a qualidade de vida. Embora sua família resida nos Estados Unidos, ela considera permanecer na Europa por mais tempo. “Nunca imaginei que estaria aqui por tanto tempo,” concluiu.
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