Rena Quint, uma sobrevivente do Holocausto, relembra sua infância difícil em campos de concentração e sua adoção nos Estados Unidos. Nascida em 1935 na Polônia, ela perdeu sua família durante a guerra e passou por várias experiências traumáticas, incluindo viver em um gueto e em campos de trabalho. Rena foi separada de seu pai e, após ser deixada com uma professora, sobreviveu escondendo sua identidade. Ela foi libertada em 1945, quando as forças britânicas chegaram a Bergen-Belsen. Depois da guerra, foi adotada por uma família na Suécia e, mais tarde, se mudou para os Estados Unidos, onde construiu uma nova vida e uma grande família. Hoje, com 88 anos, Rena enfatiza a importância de lembrar as histórias dos sobreviventes, já que muitos estão desaparecendo.
Rena Quint, sobrevivente do Holocausto, relembra sua infância em campos de concentração e sua adoção nos Estados Unidos. Com 88 anos, ela destaca a importância de preservar a memória dos sobreviventes, que estão se tornando cada vez mais raros.
Quint, que nasceu como Freida Lichtenstein em 1935 na Polônia, perdeu sua família durante a guerra. Ela foi forçada a viver em um gueto e em vários campos de concentração, incluindo Bergen-Belsen. Cerca de 1,5 milhão de crianças judias foram assassinadas durante o Holocausto, mas Rena conseguiu sobreviver.
Em sua autobiografia, “A Daughter Of Many Mothers”, ela narra como foi separada de sua mãe e irmãos, que foram mortos em Treblinka. Rena relembra momentos traumáticos, como quando foi deixada sozinha e enviada para um campo de concentração, onde enfrentou a fome e a doença.
No dia 15 de abril de 1945, as forças britânicas libertaram Bergen-Belsen. Rena descreve a cena de alegria e confusão entre os prisioneiros. Após a libertação, ela foi acolhida na Suécia e, posteriormente, adotada por uma família judia que a levou para os Estados Unidos.
Rena Quint imigrou para Israel em 1984 e hoje é avó de 22 netos e 56 bisnetos. Sua história é um testemunho da resiliência humana e da importância de lembrar os horrores do passado. A cada ano, o número de sobreviventes diminui, e a necessidade de contar suas histórias se torna ainda mais urgente.
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