O empreendedorismo feminino no Brasil está em alta, com mais de 10 milhões de mulheres à frente de negócios, especialmente após se tornarem mães. Elas buscam mais flexibilidade e novas oportunidades. Três histórias de empresárias brasileiras mostram essa força. Steph Gomides criou o aiqfome, o primeiro aplicativo de delivery do Brasil, após perceber a dificuldade de pedir comida por telefone. Com seu marido, ela desenvolveu o app sem investidores e hoje é um dos maiores do país. Luana Cabral, após ser demitida, usou sua rescisão para fundar a Luah Semijoias, uma rede de acessórios que empodera revendedoras. A empresa já conta com mais de 2.000 parceiras. Arlete Wolfman começou a Porto do Sabor, uma rede de alimentação saudável, inspirada pela preocupação com a alimentação dos filhos. Com a ajuda da família, ela expandiu o negócio, que já tem 37 lojas e planeja crescer ainda mais.
O empreendedorismo feminino no Brasil tem se fortalecido, com mais de 10 milhões de mulheres à frente de negócios. Esse crescimento é especialmente notável entre aquelas que se tornam empreendedoras após a maternidade, buscando flexibilidade e inovação.
Em homenagem ao Mês das Mães, três histórias de empresárias brasileiras foram destacadas. Steph Gomides, criadora do aiqfome, Luana Cabral, fundadora da Luah Semijoias, e Arlete Wolfman, da Porto do Sabor, exemplificam como superaram desafios e construíram negócios de sucesso.
Steph Gomides lançou o aiqfome em 2007, após perceber a dificuldade de pedir comida por telefone. O aplicativo se tornou o segundo maior do Brasil, com faturamento superior a R$ 1 bilhão em 2024. A empresária, que viveu a maternidade durante os primeiros anos da startup, afirma que o negócio foi desenvolvido sem investidores, reinvestindo todo o lucro.
Luana Cabral iniciou sua trajetória empreendedora após ser demitida da joalheria Vivara. Com R$ 26 mil da rescisão e da venda do carro, fundou a Luah Semijoias em 2012. A marca, focada em acessórios banhados a ouro, conta com mais de 2.000 revendedoras em todo o país. Luana destaca a importância de criar uma comunidade entre as revendedoras para o crescimento do negócio.
Arlete Wolfman fundou a Porto do Sabor em 1997, investindo R$ 150 mil. A rede, que começou com uma loja no Rio de Janeiro, hoje possui 37 unidades e prevê alcançar 55 até 2025, com faturamento estimado de R$ 60 milhões. O sucesso da marca se deu, em parte, pela inclusão do açaí no cardápio, atraindo estudantes de uma escola próxima.
Essas histórias refletem a força do empreendedorismo feminino no Brasil, mostrando que, mesmo diante de desafios, é possível inovar e prosperar.
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