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Mães priorizam jornada de trabalho flexível e reconhecimento profissional nas empresas

Pesquisa revela que 47% das mães priorizam jornadas flexíveis no trabalho, enquanto 42% buscam reconhecimento profissional.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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Uma pesquisa com 1.203 mulheres em cargos de liderança mostrou que 47% das mães priorizam ter jornadas de trabalho flexíveis para equilibrar a vida pessoal e profissional. O reconhecimento profissional é importante para 42% delas. Para mulheres sem filhos, o reconhecimento é o principal fator, com 48%, enquanto a jornada flexível fica em segundo lugar, com 40%. Outros fatores que ajudam as mães a permanecerem nas empresas incluem oportunidades de crescimento (34%) e bom relacionamento com colegas (19%). As mães também enfrentam desafios, como a carga mental excessiva, que é uma preocupação para 50% delas, e a pressão para mostrar dedicação, que afeta 27%. Apesar dos desafios, as mães são mais otimistas sobre o futuro das mulheres no trabalho do que as mulheres sem filhos. A pesquisa foi realizada online entre 24 e 26 de fevereiro pela Todas Group e Nexus.

Uma pesquisa realizada pela startup Todas Group e pela empresa de análise de dados Nexus revela que 47% das mães priorizam jornadas de trabalho flexíveis para permanecer em suas empresas. O estudo, que entrevistou 1.203 mulheres em cargos de liderança, destaca a valorização profissional como um fator importante, com 42% das participantes apontando a necessidade de reconhecimento e critérios claros para promoções.

Entre as mães, o terceiro fator que influencia a permanência no emprego é a oportunidade de crescimento e desafios profissionais, com 34% das respostas. Outros aspectos relevantes incluem o bom relacionamento com colegas e chefes (19%), confiança da liderança (18%), equidade salarial (15%) e benefícios justos, como licença-maternidade e suporte a cuidadoras (14%). Para mulheres sem filhos, o reconhecimento é o principal fator, com 48%.

Desafios Enfrentados

As mães enfrentam desafios significativos no mercado de trabalho. Cinquenta por cento das entrevistadas mencionam a carga mental excessiva, que envolve a acumulação de trabalho, maternidade e responsabilidades domésticas. Além disso, 27% relatam pressão para demonstrar dedicação equivalente à de colegas sem filhos, frequentemente resultando em horas extras.

Quando questionadas sobre o futuro, as mães se mostram mais otimistas em relação à próxima geração. Doze por cento acreditam que o caminho será significativamente mais fácil, enquanto 50% veem um futuro com desafios, mas com algumas melhorias. Em contraste, apenas 9% das mães compartilham uma visão pessimista sobre a continuidade dos desafios.

A pesquisa, intitulada “Mulheres nas empresas: o que querem da carreira e da vida pessoal”, foi realizada entre os dias 24 e 26 de fevereiro de 2025, com respostas voluntárias de mulheres membros da comunidade organizada pela Todas Group.

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