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Nova Zelândia rejeita nomes de bebês com referências reais, como ‘Rei’ e ‘Príncipe’

Nova Zelândia rejeita nomes de bebês com referências reais. Em 2023, "Prince" superou "King" na lista de proibições.

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Na Nova Zelândia, os nomes de bebês que fazem referência a títulos reais são frequentemente rejeitados. Em 2023, “Prince” se tornou o nome mais rejeitado, superando “King”, que havia liderado a lista por 14 anos. Foram negados 38 nomes, incluindo variações como “Kingi” e “Prynce”. Outros nomes como “Sativa” e “Fanny” também foram banidos. As leis de registro de nomes no país proíbem nomes ofensivos, muito longos ou que se pareçam com títulos oficiais. Os pais podem justificar suas escolhas, mas muitas vezes são aconselhados a reconsiderar. A Nova Zelândia não é a única nação com regras sobre nomes; outros países, como França e Suécia, também têm restrições semelhantes.

Nova Zelândia rejeita nomes de bebês com referências reais

Em 2023, o nome “Prince” tornou-se o mais rejeitado na Nova Zelândia, superando “King”, que liderou a lista por 14 anos. O país negou 38 nomes propostos, incluindo variações como “Kingi” e “Prynce”. Outros nomes, como “Sativa” e “Fanny”, também foram banidos.

As leis de registro de nomes na Nova Zelândia proíbem títulos reais e nomes que possam ser considerados ofensivos ou excessivamente longos. De acordo com o Departamento de Assuntos Internos, os nomes devem evitar semelhanças com títulos oficiais sem justificativa adequada. Em 2022, o país registrou 60 mil nascimentos e rejeitou um total de 38 nomes.

Nomes banidos e justificativas

Além de “Prince”, outros nomes com conotações reais, como “Princess”, “Duke”, “Majesty” e “Emperor”, também foram negados. O departamento considera como os nomes soam quando falados e a percepção da comunidade sobre eles. Por isso, nomes como “Sativa” e “Indica”, que se referem a variedades de cannabis, foram rejeitados.

Os pais têm a oportunidade de explicar suas escolhas antes da decisão final do registrador geral. John Crawford-Smith, conselheiro principal do departamento, enfatizou a importância de pensar cuidadosamente sobre os nomes, afirmando que “nomes são um presente”.

Comparações internacionais

A Nova Zelândia não é a única nação a regular nomes de bebês. Em 2015, um juiz francês negou o nome “Nutella” por risco de humilhação. Na Suécia, tentativas de nomes como “Superman” e “Metallica” também foram barradas. Nos Estados Unidos, disputas sobre nomes têm ocorrido, como a permissão para um motorista de ônibus mudar seu nome para “In God We Trust”.

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