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Pais enfrentam dilemas sobre uso de redes sociais por adolescentes e limites de acesso

Pais enfrentam dilemas sobre a idade certa para expor filhos às redes sociais. Movimentos e ONGs oferecem diretrizes e acordos para limitar o uso.

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Os pais estão preocupados com a exposição de seus filhos às redes sociais e se perguntam qual é a idade certa para usar aplicativos como WhatsApp e TikTok. Grupos como o “Movimento Desconecta” estão promovendo acordos entre famílias para limitar o uso de celulares, sugerindo que os adolescentes só devem ter acesso a esses dispositivos a partir dos 14 anos e às redes sociais aos 16. A ONG Common Sense Media oferece orientações sobre a idade recomendada para diferentes mídias, avaliando filmes, aplicativos e jogos, e explicando os riscos envolvidos. Por exemplo, o Snapchat é indicado apenas para maiores de 16 anos devido ao seu uso para sexting, que é o envio de fotos com conteúdo sexual. É importante que os pais conversem com seus filhos sobre o uso das mídias e estabeleçam limites, ouvindo suas preocupações e sentimentos. A educação midiática é essencial para ajudar as crianças a navegar nesse ambiente digital.

Os pais enfrentam um dilema crescente sobre a exposição de seus filhos às redes sociais. Com a popularidade de aplicativos como WhatsApp e TikTok, surge a pergunta: qual é a idade apropriada para o uso dessas plataformas? Movimentos como o Movimento Desconecta promovem acordos familiares para limitar o uso de celulares, sugerindo que a liberação do uso de celulares ocorra apenas aos 14 anos e das redes sociais aos 16 anos.

A pesquisadora Telma Vinha, da Unicamp, destaca a importância de os pais conhecerem as senhas dos dispositivos dos adolescentes. Essa prática ajuda a estreitar os vínculos familiares e a proteger os jovens dos riscos associados às redes. O Common Sense Media, uma ONG americana, oferece orientações sobre a idade recomendada para diferentes mídias, com mais de 45 mil classificações de filmes, aplicativos e jogos.

O Snapchat, por exemplo, é indicado apenas para maiores de 16 anos, devido à sua reputação como um meio de sexting. A ONG alerta que, apesar das fotos desaparecerem, é possível fazer prints de tela. Uma adolescente de 13 anos expressou sua frustração por não poder usar o aplicativo, sentindo-se excluída e vítima de bullying.

A ONG enfatiza que as classificações etárias são um guia, não uma regra rígida. Merve Lapus, vice-presidente da organização, afirma que é essencial que pais e filhos tenham conversas significativas sobre o uso das mídias. Estabelecer limites adequados e ouvir as preocupações dos jovens é fundamental para uma educação midiática eficaz.

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