Malcolm e Simone Collins, um casal americano, defendem a ideia de ter muitos filhos e estão envolvidos no movimento pró-natalista, que busca aumentar as taxas de fertilidade. Eles têm quatro filhos e um quinto a caminho, e promovem a Conferência Natalista. Malcolm se preocupou com as baixas taxas de fertilidade, que caíram de 1,24 para 1,12 filhos por mulher nos Estados Unidos. Eles acreditam que a cultura é mais importante do que a fertilização in vitro para aumentar a fertilidade. O casal também é a favor da seleção genética de embriões, o que gerou críticas, mas eles afirmam que defendem a escolha individual. Eles planejam ter entre sete e treze filhos e dividem as responsabilidades parentais e profissionais. Malcolm diz que ser pai não é sobre buscar felicidade, mas sobre criar memórias com os filhos. Simone acredita que a criação de filhos não precisa ser cara e que excessos não são bons para as crianças.
Malcolm e Simone Collins, um casal americano, defendem a ideia de ter muitos filhos, alinhando-se ao movimento pró-natalista. Com quatro filhos e um quinto a caminho, eles promovem a Conferência Natalista e geram polêmica ao apoiar a seleção genética de embriões.
O casal acredita que a alta taxa de fertilidade é essencial para o futuro da humanidade. Malcolm, formado em neurociências e administração, ficou alarmado com a queda das taxas de fertilidade, que atualmente é de 1,12 filhos por mulher nos Estados Unidos. Ele observa que, em comparação, a taxa na Coreia do Sul era de 1,24 em 2015, e hoje está em 1,6 nos EUA.
A Conferência Natalista, realizada pela primeira vez em 2023 em Austin, Texas, busca discutir e promover a fertilidade. Simone, que se identifica como tecnopuritana, utiliza a fertilização in vitro (FIV) para suas gestações. O casal acredita que a FIV deve ser uma opção disponível, mas ressalta que a mudança cultural é o que realmente impacta as taxas de fertilidade.
Além disso, os Collins defendem a seleção genética de embriões, buscando características como QI e saúde. Essa posição gerou críticas, sendo rotulados de “eugenistas hipsters”. Malcolm contesta essa definição, afirmando que eles lutam pela escolha reprodutiva individual.
O casal planeja ter entre sete e treze filhos, dependendo da saúde de Simone. Eles dividem as responsabilidades parentais e o trabalho nas empresas da família. Malcolm destaca que ser pai não é uma busca por felicidade, mas uma responsabilidade que traz memórias valiosas.
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