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Parentalidade Tipo C: a nova abordagem que valoriza a conexão em meio ao caos diário

Parentalidade Tipo C combina conexão emocional e flexibilidade, desafiando a busca pela perfeição na criação dos filhos.

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A parentalidade Tipo C é uma nova abordagem que combina o perfeccionismo do Tipo A e a leveza do Tipo B, focando na conexão emocional em vez do controle. Essa ideia ganhou popularidade nas redes sociais, especialmente após um vídeo da criadora Ashleigh Surratt no TikTok, que mostra situações cotidianas de pais que não conseguem ser perfeitos, como lavar apenas um copo ou esquecer itens importantes para a escola. A terapeuta Cheryl Groskopf explica que ser um pai ou mãe Tipo C significa relaxar em algumas áreas, priorizando a conexão com os filhos, mesmo que a casa não esteja sempre arrumada. Essa abordagem é diferente do burnout parental, pois envolve intenção e carinho, mesmo em momentos caóticos. Pais que adotam o Tipo C aprendem a ser flexíveis e a lidar com a imprevisibilidade da vida, sem se sentir fracassados. O foco é criar um ambiente seguro e amoroso, onde a perfeição não é necessária para o amor.

A parentalidade Tipo C, uma nova abordagem que prioriza a conexão emocional em vez do controle absoluto, ganhou destaque nas redes sociais. O conceito foi popularizado por Ashleigh Surratt em um vídeo no TikTok, que já conta com mais de 4,5 milhões de visualizações. Essa abordagem é uma mistura do perfeccionismo do Tipo A e da leveza do Tipo B, adaptada à rotina real dos pais.

Os pais que se identificam como Tipo C compartilham experiências cotidianas, como lavar apenas um copo ou esquecer itens essenciais para a escola. A terapeuta familiar Cheryl Groskopf explica que essa abordagem é intencional, permitindo que os pais relaxem em certas áreas, priorizando a conexão com os filhos. “Você ainda se importa, ainda está presente, só que de uma forma que funciona na vida real”, afirma Groskopf.

A apresentadora do podcast Tara Clark, que já viveu os extremos da parentalidade, destaca que a flexibilidade emocional é fundamental. “Dê um passo para trás para que eles possam intervir”, diz. Essa perspectiva ajuda a fortalecer vínculos e aumentar a confiança dos pais. A diferença entre a parentalidade Tipo C e o burnout parental está na intenção: enquanto o Tipo C busca conexão, o burnout é caracterizado por um estado de entorpecimento.

Groskopf ressalta que o equilíbrio entre previsibilidade e acolhimento é essencial. Pais rígidos podem gerar ansiedade, enquanto os excessivamente flexíveis podem causar insegurança. A parentalidade Tipo C é vista como uma tentativa diária de estar presente sem se perder, promovendo amor e limites de forma saudável. “Pense nisso como uma mistura de estrutura intencional com flexibilidade emocional”, conclui a terapeuta.

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