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Cultura do russebuss gera preocupações sobre saúde e inclusão entre jovens noruegueses

Governo norueguês propõe mudanças nas festas de formatura para combater excessos e exclusão social entre jovens.

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Na Noruega, os estudantes que se formam, conhecidos como “russe”, costumam celebrar com festas e usando overalls coloridos antes do Dia Nacional em 17 de maio. No entanto, o governo está planejando mudar essa tradição para depois dos exames, devido a preocupações com o consumo excessivo de álcool, exclusão social e segurança nas festas em ônibus. Muitos jovens começam a festa semanas antes de terminarem os exames, o que preocupa pais e autoridades. As festas em ônibus, chamadas de “russebuss”, têm gerado problemas como bebedeira, uso de drogas e falta de sono, além de muitos estudantes se endividarem para participar. A ministra da Educação, Kari Nessa Nordtun, afirmou que a mistura das festas com o período de provas tem afetado o desempenho escolar. O governo quer criar uma celebração mais inclusiva e segura, e a partir do próximo ano, as festas devem ocorrer após os exames. A tradição dos ônibus de festa começou em Oslo nos anos 1980, mas se espalhou pelo país e se tornou muito cara, com algumas turmas gastando até 220 mil libras. Apesar das preocupações, alguns estudantes acreditam que as mudanças propostas não resolverão os problemas de exclusão e que a cultura das festas deve ser mantida.

A tradição do “russe” na Noruega, que celebra a formatura dos estudantes, pode passar por mudanças significativas. O governo norueguês planeja transferir as festividades para após os exames, visando reduzir o consumo excessivo de álcool e promover a inclusão social.

Estudantes, conhecidos como “russe”, costumam usar overalls coloridos e participar de festas antes do Dia Nacional, em 17 de maio. No entanto, muitos iniciam as celebrações semanas antes da conclusão dos exames, o que gerou preocupações entre pais e autoridades. O primeiro-ministro Jonas Gahr Støre reconheceu que a cultura dos ônibus de festa, os “russebuss”, se tornou excessiva.

Os “russebuss” são alugados por altos valores, levando muitos estudantes a se endividarem. Estudantes relatam que as festas envolvem consumo intenso de álcool e pressão social, afetando o bem-estar e o desempenho escolar. A ministra da Educação, Kari Nessa Nordtun, destacou que a intersecção entre festas e exames prejudica a concentração dos alunos.

A proposta do governo visa criar uma celebração mais inclusiva e segura. A intenção é que as festividades ocorram após os exames, evitando a exclusão social e a pressão financeira. Além disso, o ministro dos Transportes, Jon-Ivar Nygard, anunciou que pretende proibir ônibus com assentos voltados para os lados, considerados inseguros.

Estudantes, como Edvard Aanestad, expressam descontentamento com as mudanças, argumentando que a proposta pode aumentar a exclusão. A discussão sobre a cultura do “russe” continua, refletindo preocupações sobre a segurança e o bem-estar dos jovens na Noruega.

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