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Elie Horn promove a filantropia e doa 60% de sua fortuna de R$ 3 bilhões

Elie Horn, fundador da Cyrela, já doou 30% de sua fortuna e mobiliza empresários brasileiros para a filantropia.

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Elie Horn, fundador da Cyrela, é um empresário brasileiro que se destacou por sua filantropia. Ele foi o primeiro latino-americano a se juntar ao “Giving Pledge”, um movimento que incentiva bilionários a doarem pelo menos metade de sua fortuna. Horn já doou 30% de sua riqueza e está trabalhando para engajar outros empresários brasileiros na filantropia, criando o Movimento Bem Maior e o Instituto Liberta, que ajuda a combater a exploração sexual de crianças. Horn acredita que o dinheiro deve ser usado para fazer o bem e que a doação é uma responsabilidade dos mais ricos. Ele aprendeu sobre a importância de ajudar os outros com o exemplo de seus pais, que sempre se dedicaram a causas sociais. Horn defende que a educação é fundamental para promover a doação e que é preciso convencer as pessoas a ajudar, em vez de forçá-las. Ele se considera otimista em relação ao futuro da filantropia e acredita que todos têm a obrigação de tornar o mundo mais justo.

Elie Horn, fundador da Cyrela, destacou-se na filantropia ao se tornar o primeiro latino-americano a aderir ao “Giving Pledge” em 2015. O movimento, criado por Bill Gates e Warren Buffett, incentiva bilionários a doarem pelo menos metade de suas fortunas. Horn e sua esposa, Suzy, são os únicos brasileiros a assinar o pacto.

Desde que se comprometeu a doar 60% de sua fortuna, estimada em R$ 3 bilhões, Horn tem trabalhado para engajar outros empresários na filantropia. Ele fundou o Movimento Bem Maior, que já mobilizou R$ 130 milhões para conectar investidores a mais de duzentas e cinquenta organizações sociais. Além disso, criou o Instituto Liberta, que combate a exploração sexual de crianças e adolescentes.

Horn acredita que o dinheiro deve ser usado para fazer o bem. Ele afirma que “doações são feitas para reparar eventuais injustiças” e que cada um deve contribuir de acordo com suas possibilidades. O empresário aprendeu sobre filantropia com seu pai, que doou 100% de seu patrimônio após se recuperar de uma falência nos anos cinquenta.

O empresário observa uma evolução na conscientização sobre doações no Brasil, embora a proporção de doações ainda seja baixa. Ele destaca que quinze empresas, incluindo a Cyrela, já doam 1% de seus lucros para projetos sociais. Horn enfatiza a importância de educar as novas gerações sobre o valor da doação e a responsabilidade social dos mais ricos.

Horn expressa otimismo em relação ao futuro da filantropia, afirmando que “temos a obrigação de tornar o mundo mais justo”. Ele continua a trabalhar para inspirar outros a se engajar em causas sociais, acreditando que a filantropia é um legado essencial.

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