A Cia Down Dance, que ensina dança para pessoas com deficiência, especialmente com síndrome de Down, agora oferece aulas na Tijuca. As aulas são comandadas pelo professor Allan Lobato e acontecem às sextas-feiras, das 10h às 11h20, na Escola de Dança Jaime Arôxa. As inscrições estão abertas. Lobato criou uma metodologia especial para ajudar os alunos a desenvolverem autonomia e autoestima. A companhia começou após um encontro marcante entre Lobato e uma jovem com síndrome de Down que dançou em um evento. Desde então, a Cia Down Dance tem conquistado espaço e, em 2024, apresentou o espetáculo “Meu mundo Down”, que celebrou o potencial dos alunos. Além das apresentações, as aulas ajudam os alunos a interagir e melhorar suas rotinas e relacionamentos familiares.
A Cia Down Dance, especializada em dança para pessoas com deficiência, agora oferece aulas na Tijuca. Sob a direção do professor Allan Lobato, as aulas visam promover autonomia e autoestima. As atividades ocorrem às sextas-feiras, das 10h às 11h20, na Escola de Dança Jaime Arôxa, localizada na Rua Almirante Cochrane, 162. As inscrições estão abertas.
Lobato destaca que as turmas são um exemplo de dança inclusiva. “Ensinar dança para pessoas com síndrome de Down e outras deficiências não é só sobre movimento. É sobre despertar possibilidades”, afirma. Ele desenvolveu uma metodologia própria para trabalhar com esse público, focando no desenvolvimento cognitivo e na convivência social.
A história da Cia Down Dance começou há dez anos em Cabo Frio, quando Lobato conheceu uma jovem com síndrome de Down que dançou em um evento. “Me apaixonei pela alegria dela e decidi trabalhar a dança com pessoas com Down”, recorda. Desde então, a companhia tem conquistado espaço e reconhecimento.
Em 2024, a Cia Down Dance apresentou o espetáculo “Meu mundo Down” no Teatro Vannucci, na Zona Sul. Lobato ressalta que a apresentação foi uma celebração do potencial e da força transformadora da arte. “Hoje, eles fazem aulas periódicas, interagem e melhoram sua rotina e o convívio com a família”, conclui. A dança é, para ele, um meio de inclusão, expressão e transformação.
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