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Influencer discute liderança feminina no poliamor e rejeita a submissão

Influenciadora de Florianópolis, Kel Macettare, defende o poliamor como forma de amor autêntico e critica normas tradicionais do feminismo.

Influencer poliamorista fala sobre a importância da liderança afetiva da mulher no amor livre (Foto: Divulgação CO Assessoria)
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  • Kel Macettare, influenciadora de Florianópolis, vive em uma estrutura familiar poliamorosa com dois parceiros e dois filhos adolescentes.
  • Ela defende a liberdade afetiva e critica o feminismo seletivo que ainda impõe normas tradicionais sobre relacionamentos.
  • Para Kel, sua vida é uma forma de amar com autenticidade, e ela afirma que a liberdade deve ser para todas as mulheres.
  • A rotina em sua casa é organizada por acordos claros, sem hierarquias, e baseada em escuta e planejamento.
  • Kel busca desestabilizar a visão tradicional sobre relacionamentos e maternidade, incentivando outras mulheres a criarem suas próprias formas de viver o amor.

Kel Macettare, influenciadora de 41 anos, vive em Florianópolis em uma estrutura familiar poliamorosa com dois parceiros e dois filhos adolescentes. Ela defende a liberdade afetiva e critica o feminismo seletivo, que ainda impõe normas tradicionais sobre as relações amorosas.

Para Kel, sua vida não é caótica, mas uma forma de amar com autenticidade. “Se a liberdade é só para umas, isso não é feminismo”, afirma, ao destacar a necessidade de um feminismo que acolha todas as formas de amor, incluindo múltiplos vínculos. Em sua casa, a rotina é organizada por acordos claros, sem hierarquias rígidas. “Aqui ninguém manda em ninguém, mas todo mundo se importa”, detalha.

A convivência é baseada em escuta e planejamento, com tabelas que organizam tarefas e momentos de interação. Kel rejeita a ideia de que o poliamor é uma bagunça afetiva, apresentando sua escolha como uma prática consciente e respeitosa. Para ela, é possível amar mais de uma pessoa sem perder a própria identidade.

“Não quero ser exemplo. Só quero que outras mulheres saibam que elas também podem criar suas próprias formas de viver o amor”, declara. Kel critica a expectativa de que as mulheres se comportem como esposas, ressaltando que isso não é sororidade, mas sim um julgamento disfarçado. Sua vivência desafia normas e busca desestabilizar a visão tradicional sobre relacionamentos e maternidade.

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