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Tarifas sobre barras de ouro nos EUA elevam contratos futuros e geram incertezas no comércio global de metais preciosos

Medida dos EUA para impor tarifas sobre as importações de barras de ouro de um quilo e de 100 onças desencadeou uma nova turbulência no mercado global (Foto: Andrey Rudakov/Bloomberg)
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  • As ações europeias e os futuros dos Estados Unidos apresentaram estabilidade em 8 de agosto.
  • Os contratos futuros de ouro em Nova York subiram após os Estados Unidos anunciarem tarifas sobre barras de ouro.
  • As tarifas afetam barras de um quilo e de 100 onças, contrariando expectativas do setor.
  • A medida gera preocupações sobre os fluxos comerciais da Suíça e de outros centros de refino.
  • O S&P 500 se aproxima de uma máxima histórica, com alta de 30% desde abril, impulsionado por resultados corporativos e expectativas de redução de juros pelo Federal Reserve.

As ações europeias e os futuros dos EUA apresentaram estabilidade nesta sexta-feira, 8 de agosto. No entanto, os contratos futuros de ouro em Nova York registraram uma alta significativa após os Estados Unidos anunciarem tarifas sobre barras de ouro. Essa decisão gerou preocupações sobre os fluxos comerciais da Suíça e de outros centros de refino.

A nova medida dos EUA, que impõe tarifas sobre barras de ouro de um quilo e de 100 onças, provocou uma turbulência no mercado global de metais preciosos. A agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA esclareceu que as barras de ouro não estão isentas de tarifas, contrariando a expectativa inicial do setor. A informação foi divulgada pelo Financial Times.

Os contratos futuros de ouro em Nova York atingiram um recorde, surpreendendo comerciantes e analistas do setor. A medida pode impactar negativamente os fluxos comerciais globais, especialmente da Suíça, Londres e Hong Kong, que são centros importantes de comércio e refino de ouro.

Enquanto isso, o S&P 500 se aproxima de uma máxima histórica, com uma alta de 30% desde os níveis mais baixos de abril. Esse crescimento é impulsionado por resultados corporativos robustos e pela expectativa de que o Federal Reserve possa reduzir os juros para estimular a economia, em meio a sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho. Contudo, algumas empresas alertam sobre a possibilidade de uma correção de curto prazo, devido a avaliações elevadas e incertezas em torno das tarifas.

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