- Os trabalhadores da unidade de defesa da Boeing estão em greve desde 4 de agosto, após rejeitarem uma proposta de contrato que incluía aumento salarial de 20% e bônus de R$ 5.000.
- A paralisação envolve cerca de 3.200 funcionários do International Association of Machinists and Aerospace Workers District 837.
- A Boeing anunciou que começará a contratar trabalhadores permanentes para substituir os grevistas, devido ao impasse nas negociações.
- O vice-presidente da empresa, Dan Gillian, afirmou que as negociações estão se distanciando e que a companhia precisa manter suas operações para atender a demanda dos clientes.
- A empresa não informou quantos novos trabalhadores serão contratados, mas destacou a necessidade de garantir a continuidade da produção.
Os trabalhadores da unidade de defesa da Boeing, representados pelo sindicato, estão em greve desde 4 de agosto, após rejeitarem uma proposta de contrato que incluía um aumento salarial de 20% e um bônus de R$ 5.000. A paralisação, que já dura mais de um mês, ocorre em meio a um impasse nas negociações entre a empresa e os grevistas.
Diante da situação, a Boeing anunciou que começará a contratar trabalhadores permanentes para substituir os grevistas. Dan Gillian, vice-presidente da empresa, afirmou que as negociações estão se distanciando e que a companhia precisa manter suas operações para atender a demanda dos clientes. Ele destacou que a empresa está tomando medidas para garantir a continuidade dos serviços.
A greve envolve cerca de 3.200 funcionários, que fazem parte do International Association of Machinists and Aerospace Workers District 837. A proposta rejeitada pela categoria incluía não apenas o aumento salarial, mas também melhorias nas condições de trabalho. A Boeing, por sua vez, não revelou quantos novos trabalhadores serão contratados, mas enfatizou a necessidade de manter a produção em funcionamento.
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