- Celso Ferrer, CEO da Gol, destacou a importância da inteligência artificial (IA) na empresa, que ainda está em fase de testes.
- O objetivo é aumentar a produtividade sem eliminar postos de trabalho.
- A Gol não substituiu funcionários pela IA até o momento e criou um time de facilitadores para garantir a segurança da informação.
- Um robô chamado Gal já auxilia novos funcionários no check-in e poderá ser usado por clientes no futuro.
- Ferrer acredita que as áreas mais promissoras para a IA são atendimento ao cliente e setores com trabalho manual.
Celso Ferrer, CEO da Gol, destacou a importância da inteligência artificial (IA) na companhia, afirmando que a tecnologia ainda está em fase de testes. O foco, segundo ele, é aumentar a produtividade sem eliminar postos de trabalho. Ferrer, que começou como estagiário em 2004, enfatizou a necessidade de ciclos longos na carreira e sua experiência como piloto antes de assumir a liderança.
Durante a entrevista, Ferrer mencionou que a Gol não substituiu nenhum funcionário pela IA até o momento. A empresa criou um time de facilitadores para garantir a segurança da informação e orientar as áreas sobre como utilizar a tecnologia. Um robô chamado Gal já auxilia novos funcionários no check-in e, futuramente, poderá ser utilizado também pelos clientes.
Ferrer apontou que as áreas mais promissoras para a aplicação da IA incluem atendimento ao cliente e setores com trabalho manual, como fiscal e tributário. Ele acredita que a IA pode identificar padrões e sugerir as melhores respostas para os clientes, sempre visando ganhos de produtividade.
O CEO também refletiu sobre a raridade de trajetórias como a sua, onde a permanência em uma única empresa é vista como um diferencial. Para ele, não é a quantidade de experiências que conta, mas a profundidade das vivências. Ciclos longos são fundamentais para construir uma reputação e uma rede de apoio, essenciais para o sucesso profissional.
Ferrer, que chegou ao cargo de CEO aos 39 anos, reconheceu que a liderança traz desafios significativos. Ele enfrentou uma reestruturação na Gol nos últimos dois anos, onde percebeu a importância das relações de confiança. Agora, ele se prepara para levar a Gol a um novo patamar, destacando que ser CEO é um papel que muda conforme o momento da empresa.
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