- Evite usar textos ou mandatos religiosos como justificativa para a gravidez e não transforme fé em expectativa de que alguém deve ter filhos.
- Não peça que a pessoa “relaxe” e não trate a infertilidade como problema simples que se resolve só com atitude mental.
- Não sugira adoção como solução única nem afirme que a adoção fará a pessoa engravidar.
- Não questione repetidamente “por que não estão grávidos” nem exponha detalhes da saúde reprodutiva de quem sofre com infertilidade.
- Em vez disso, ofereça apoio: ouça, seja sensível aos dias difíceis, respeite escolhas sobre tratamentos e celebre diferentes caminhos que a vida pode tomar.
O tema em foco é um guia sobre o que não dizer a casais que enfrentam infertilidade. O material analisa o impacto emocional, financeiro e de saúde mental desse desafio, destacando a importância de uma comunicação cuidadosa e respeitosa.
Conduzido por especialistas, o guia aponta como certas palavras podem piorar a sensação de inadequação ou dor. O objetivo é orientar familiares, amigos e pessoas próximas a evitar frases que possam soar insensíveis, mesmo com boa intenção.
A lista reúne oito afirmações comuns consideradas inadequadas, explicando por que ferem e sugerindo abordagens mais empáticas. O conteúdo também oferece sugestões sobre apoio prático, como ouvi-la, rezar com intenção e manter a sensibilidade em eventos envolvendo crianças.
Principais frases a evitar
1. Citar textos religiosos como mandamento pessoal
2. Dizer para a pessoa simplesmente relaxar
3. Sugerir adoção como solução para a infertilidade
4. Impor que Deus só é bom quando há concepção
5. Perguntar por que a pessoa não fica grávida
6. Perguntar se já houve tratamento de fertilidade
7. Dizer que ser mãe é fácil ou que é difícil demais
8. Prometer que a pessoa terá um bebê no futuro
O que fazer em vez
Ouvir com atenção, sem pressa, e oferecer apoio emocional sem emitir julgamentos. Inclua mensagens de encorajamento que valorizem a dignidade da pessoa e reconheçam a própria trajetória. Respeite o tempo e as escolhas de cada casal, evitando pressões financeiras ou religiosas.
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