O presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson, defendeu a aprovação da Lei de Proteção de Mulheres e Meninas no Esporte, que visa proibir a participação de homens trans em competições femininas. A proposta foi aprovada por 218 votos a 206 na terça-feira, 14 de janeiro de 2024, com apoio unânime dos republicanos, exceto por […]
O presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson, defendeu a aprovação da Lei de Proteção de Mulheres e Meninas no Esporte, que visa proibir a participação de homens trans em competições femininas. A proposta foi aprovada por 218 votos a 206 na terça-feira, 14 de janeiro de 2024, com apoio unânime dos republicanos, exceto por dois votos. Johnson afirmou que a distinção entre sexos é fundamentada na Escritura, citando Gênesis, que diz: “Homem e mulher os criou”.
A nova legislação torna ilegal para instituições que recebem financiamento federal permitir que homens participem de atividades atléticas destinadas a mulheres. Embora o projeto já tenha sido aprovado anteriormente, ele não avançou no Senado, que é controlado pelos democratas. Nesta votação, dois democratas, Henry Cuellar e Vicente Gonzalez, romperam com a linha do partido e apoiaram a medida.
A aprovação ocorre em um contexto de crescente preocupação sobre a presença de homens trans em esportes femininos, com o caso de Lia Thomas sendo um exemplo notável. Thomas quebrou recordes no time de natação feminino da Universidade da Pensilvânia após competir como homem. A USA Powerlifting e outras organizações destacam as vantagens biológicas que homens trans podem ter, como maior massa muscular e densidade óssea.
Kristen Waggoner, da Alliance Defending Freedom, elogiou a aprovação da lei, afirmando que permitir a participação de homens em competições femininas compromete a equidade esportiva. Atualmente, 27 estados já implementaram legislações que proíbem homens trans de competir em equipes femininas, refletindo uma tendência crescente de proteção às atletas mulheres.
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