Nos últimos dias, uma situação inusitada tem chamado a atenção em São Paulo: o desaparecimento do menino Jesus do presépio da Igreja da Consolação. No dia 27 de dezembro de 2024, um homem desconhecido, vestido com camiseta branca e calça jeans, roubou a imagem enquanto todos observavam a manjedoura vazia. Desde então, o presépio permanece […]
Nos últimos dias, uma situação inusitada tem chamado a atenção em São Paulo: o desaparecimento do menino Jesus do presépio da Igreja da Consolação. No dia 27 de dezembro de 2024, um homem desconhecido, vestido com camiseta branca e calça jeans, roubou a imagem enquanto todos observavam a manjedoura vazia. Desde então, o presépio permanece inalterado, com a Sagrada Família em uma pose de expectativa, mas sem o menino.
O padre Alessandro Borbón, que costuma oferecer sermões profundos, expressou seu desânimo ao comentar sobre o ocorrido. Ele acredita que Jesus não deve mais estar com quem o levou, e as primeiras pistas indicam que o menino pode ter sido oferecido na região do Vale do Anhangabaú. No entanto, muitos duvidam que ele esteja lá, considerando o local muito exposto para um ato tão audacioso.
Tentativas de localizar Jesus levaram a conversas com moradores de rua, como Seu Edmilson Teixeira, que expressou incredulidade ao ouvir sobre o roubo. Ele alertou que perguntar sobre Jesus na Cracolândia poderia resultar em violência. Outro morador, Pierre, sugeriu que o menino Jesus poderia ter sido sequestrado, e não apenas roubado, com um possível resgate de R$ 10 mil.
A busca por informações levou a Everton, que confirmou ter visto o ladrão e tentou convencê-lo a devolver Jesus, mas o ladrão já havia passado a imagem para um “irmão” no Glicério. A busca se tornou um símbolo da necessidade de Jesus em lugares onde ele é mais necessário. Ao retornar ao presépio, a ausência de Jesus foi percebida como uma presença mágica, sugerindo que ele pode estar onde menos se espera, longe dos templos e da religiosidade convencional.
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