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R. R. Soares é denunciado ao Ministério Público por críticas ao Pix em culto religioso

- O missionário R. R. Soares foi acionado por disseminar fake news sobre fiscalização. - O deputado Guilherme Cortez pediu investigação ao Ministério Público contra Soares. - A Receita Federal anunciou fiscalização sobre transações acima de R$ 5 mil. - A nova regra gerou protestos e críticas nas redes sociais, especialmente de Nikolas Ferreira. - O governo revogou a medida após a repercussão negativa e manifestações populares.

O missionário R. R. Soares, líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, foi alvo de uma ação do deputado estadual de São Paulo, Guilherme Cortez (PSOL), no Ministério Público. O deputado acusa Soares de disseminar fake news durante o programa Show da Fé, exibido na Band, ao criticar a fiscalização do Pix imposta pela […]

O missionário R. R. Soares, líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, foi alvo de uma ação do deputado estadual de São Paulo, Guilherme Cortez (PSOL), no Ministério Público. O deputado acusa Soares de disseminar fake news durante o programa Show da Fé, exibido na Band, ao criticar a fiscalização do Pix imposta pela Receita Federal.

Durante o programa, Soares afirmou que a nova medida, que aumentava a fiscalização sobre transações financeiras, era uma “maldade”. Ele argumentou que a cobrança de impostos sobre ajudas financeiras entre amigos e familiares era injusta. O deputado Cortez solicitou ao MP que investigue e tome providências contra o missionário por suas declarações.

A regra da Receita Federal visava intensificar a fiscalização de contas digitais com movimentações superiores a R$ 5 mil. A proposta gerou uma onda de críticas nas redes sociais, com o deputado federal Nikolas Ferreira publicando um vídeo que alcançou mais de 300 milhões de visualizações, alertando sobre os impactos negativos da medida, especialmente para trabalhadores informais.

Diante da pressão popular e das manifestações contrárias, o governo federal decidiu revogar a regra na última quarta-feira, 15 de janeiro. A decisão foi uma resposta direta à repercussão negativa e ao clamor da sociedade sobre a nova fiscalização.

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