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Refém do Hamas revela que fé a sustentou em meio ao cativeiro e desafios extremos

- Agam Berger, ex-refém do Hamas, foi libertada após um acordo de cessar-fogo. - Durante o cativeiro, recebeu um livro de orações judaico, que fortaleceu sua fé. - Ela observou feriados judaicos, adaptando-se às condições adversas do cativeiro. - A separação de outros reféns trouxe incerteza, mas Agam manteve esperança. - Sua experiência inspirou muitos, destacando a importância da fé em momentos difíceis.

Agam Berger, ex-refém do Hamas, foi libertada há duas semanas durante a terceira rodada de um acordo de cessar-fogo com Israel. Em uma conversa com Rebbetzin Tzili Schneider e o jornalista Shneor Webber, Agam compartilhou detalhes de seu cativeiro em Gaza, destacando os desafios de manter sua fé no judaísmo. Em entrevista ao Guiame, seu […]

Agam Berger, ex-refém do Hamas, foi libertada há duas semanas durante a terceira rodada de um acordo de cessar-fogo com Israel. Em uma conversa com Rebbetzin Tzili Schneider e o jornalista Shneor Webber, Agam compartilhou detalhes de seu cativeiro em Gaza, destacando os desafios de manter sua fé no judaísmo. Em entrevista ao Guiame, seu pai, Shlomi Berger, relatou a angústia vivida desde o sequestro de Agam em 7 de outubro.

Durante o cativeiro, os reféns foram surpreendidos com a entrega de itens, incluindo um sidur, livro de orações judaico. Agam recordou: “Eles nos mostraram e disseram: ‘Peguem.’ Nós os usávamos constantemente. Isso nos dava força.” Além do sidur, foram encontrados pertences de soldados israelenses, mas a entrega do livro foi considerada especialmente significativa. Agam afirmou que o sidur chegou em um momento crucial.

Apesar das condições adversas, os reféns tentaram observar o calendário hebraico. Agam mencionou que, embora não tenham conseguido celebrar todos os feriados, “conseguimos jejuar no Yom Kippur” e fez o possível para evitar pão fermentado durante a Páscoa. Ela notou que, apesar do ódio dos captores, havia um certo respeito pela religiosidade.

Agam passou a maior parte do cativeiro com a colega Liri Albag, mas foram separadas em momentos críticos. Ao ser informada sobre sua libertação, Agam ficou emocionada ao saber que seus amigos já estavam em casa. Nos últimos dias, ela e outra refém, Arbel Yehoud, foram as últimas mulheres juntas. Agam expressou gratidão por sua fé, afirmando: “Não sei como teria sobrevivido sem minha fé.” Schneider, que apoiou a família de Agam, elogiou sua dedicação à fé sob condições extremas.

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