Uma missa em memória do papa Francisco aconteceu no Vaticano no dia 27, um dia após seu sepultamento, e atraiu milhares de fiéis à Praça São Pedro. O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, falou sobre o legado de Francisco, destacando a importância da misericórdia, um dos seus principais ensinamentos. Ele afirmou que “só a misericórdia cura” e que a alegria do Evangelho deve ser central na vida dos fiéis. A missa também contou com a presença de jovens que estavam no Vaticano para a canonização de Carlos Acutis, que foi adiada devido à morte do papa. O evento ocorreu no segundo dia dos “novendiais”, um período de missas em memória do papa, e coincidiu com o Domingo da Misericórdia. Parolin comparou o luto pela morte de Francisco à tristeza dos apóstolos após a crucificação de Jesus, pedindo que o carinho demonstrado pelo papa se transforme em ações concretas de misericórdia. A celebração foi um momento de reflexão e união, com a presença de brasileiros que lembraram o milagre que levou à beatificação de Acutis.
Uma missa em sufrágio ao papa Francisco foi realizada no Vaticano no domingo, 27, um dia após seu sepultamento. A celebração atraiu milhares de fiéis à Praça São Pedro, enquanto a Basílica Santa Maria Maior, em Roma, começou a receber visitantes ao túmulo do pontífice.
O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, destacou o legado de Francisco, chamando-o de “o pastor que o Senhor deu ao povo”. Ele enfatizou a importância de viver a misericórdia, um dos principais ensinamentos do papa. “Só a misericórdia cura, só a misericórdia cria um mundo novo”, afirmou.
A missa também foi marcada pela presença de jovens de diversas partes do mundo, que estavam no Vaticano para a canonização de Carlos Acutis, prevista para o mesmo dia, mas adiada após a morte de Francisco. O cardeal Parolin ressaltou a alegria que o papa sempre promoveu, lembrando que a “alegria do Evangelho” deve ser central na vida dos fiéis.
O evento ocorreu no segundo dia dos “novendiais”, período de missas em memória do papa, coincidente com o Domingo da Misericórdia, celebrado pela Igreja Católica. Parolin fez uma analogia entre o luto pela morte de Francisco e a tristeza dos apóstolos após a crucificação de Jesus, ressaltando que a luz da ressurreição deve iluminar os corações dos fiéis.
Ele também pediu que o carinho demonstrado pelo papa não se limite a um momento, mas que seja transformado em ações concretas de misericórdia. A missa foi um momento de reflexão e união, com a presença de brasileiros que exibiram a bandeira do país, lembrando o milagre que levou à beatificação de Acutis.
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